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Curso de libras

O ensino de Libras no período escolar

Ensinar a língua brasileira de sinais (Libras) na escola é muito importante. Além de ser uma educação inclusiva, ela é responsável pela formação dos alunos surdos do país, criando, dessa maneira, novas possibilidades e abrindo portas para essas crianças.

A importância de ensinar Libras no contexto escolar

Qualquer pessoa possui a necessidade de se comunicar, pois é por meio da comunicação que a convivência em sociedade ocorre. Essa comunicação pode ser verbal, por escrita ou pela língua de sinais. 

A língua de sinais é usada na comunicação com pessoas surdas e mudas, efetivando-se por meio de gestos. A Libras garante a preservação da identidade do indivíduo, o reconhecimento de sua cultura e sua valorização. Lembrando que o uso dos sinais varia de acordo com cada região do Brasil.

A inclusão ainda enfrenta muitos desafios nas escolas, e há uma busca extenuante para que esse espaço seja um lugar aberto e com um ensino que inclua todos. De acordo com a lei brasileira, é previsto que haja intérpretes de Libras em diferentes tipos de instituições sociais e educacionais, como escolas, universidades, palestras, programas de televisão, dentre outros. Isso facilita a compreensão e possibilita a comunicação entre pessoas surdas e pessoas ouvintes.

As escolas precisam contar com profissionais que saibam fazer uso da língua brasileira de sinais. Algumas comunicações alternativas podem ser utilizadas pelo professor que não possui o domínio das técnicas de Libras, como desenhos, expressão corporal ou mímicas. Referente ao método de avaliação, ele deve acontecer de acordo com a necessidade do aluno.

A Libras é um elemento muito importante e fundamental para a comunicação de pessoas surdas, e o ambiente escolar não pode deixar de incluir esse processo de aprendizagem, possibilitando que todos os alunos compreendam o conhecimento que está sendo transmitido pelo professor.

Pensando nisso, é muito importante que haja a utilização da Libras em todas as instituições escolares, e não apenas em algumas. A língua de sinais precisa ser cada vez mais incentivada e incluída na sociedade, pois é por meio dela que o surdo consegue interagir com a sociedade, construir sua identidade e possuir mais qualidade de vida.

Leia também: Por que escolher cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação com certificação?

Como realizar a prática da Libras no ambiente escolar

É comum as escolas procurarem um profissional intérprete de Libras apenas quando há um aluno surdo. Mas o ideal seria ensinar a língua de sinais nas escolas, mesmo não havendo nenhum aluno surdo. Dessa forma, a inclusão não aconteceria apenas no ambiente escolar, mas, sim, no cotidiano, na interação com outras pessoas. 

As pessoas surdas precisam se comunicar, normalmente, com pessoas ouvintes numa ida ao supermercado, à farmácia, à padaria ou a outros lugares. Mas, infelizmente, são poucas as pessoas que conseguem se comunicar fazendo uso da língua brasileira de sinais com elas. Por isso, é muito importante que essa língua, que é a segunda língua oficial do Brasil, seja ensinada desde a infância, formando adultos que saibam se comunicar em Libras.

A criança, em seus primeiros anos de vida, tem muita facilidade para aprender pequenas expressões de saudações, cores e números em inglês. Isso também poderia funcionar muito bem com a Libras. Se, nas escolas, houvesse um profissional que pudesse ensinar para as crianças e adolescentes alguns sinais básicos da Libras, isso já faria muita diferença.

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A inclusão é um assunto muito sério e que muitas vezes não recebe a devida importância que deveria ter. Contar com profissionais especializados em língua brasileira de sinais está se tornando uma preocupação para muitas instituições que prezam pela inclusão de pessoas surdas. 

O portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, e oferece mais de 750 cursos online de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação que são vendidos para todo o Brasil. 

Contando com a certificação do MEC (Ministério da Educação), os cursos possuem qualidade, além de poderem ser feitos de forma online, o que facilita a vida de muitas pessoas que desejam aprimorar seus conhecimentos.

Para saber mais sobre os cursos, como o curso de Libras, basta acessar o site e ficar por dentro das novidades!

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Como capacitar-se para a inclusão escolar de alunos surdos

Saiba como capacitar-se para a inclusão escolar de alunos surdos e a importância de cursos de Libras online nesse processo.

Ensinar uma disciplina, como Língua Portuguesa, por exemplo, para um aluno que desconhece a oralidade, é um desafio para professores que contam com alunos surdos na sala de aula.

As principais dificuldades não se concentram na ausência de audição em si, mas, sim, na falta de conhecimento da língua falada.

Atualmente, a maior parte dos estudantes surdos se comunica através da Língua Brasileira de Sinais (Libras), uma língua visual-espacial que conta com estrutura própria.

Saiba mais: A educação inclusiva e seus desafios na sala de aula

 

Como ampliar a inclusão escolar de alunos surdos

É fundamental salientar que, para que os estudantes surdos possam alcançar bons resultados com seus estudos, devem sempre participar de todas as aulas.

Os trabalhos em grupo auxiliam o aluno a aprender a se expressar melhor por meio da escrita.

O mais importante, nesse sentido, é fomentar a relação entre o aluno e o apoio visual da escrita.

É papel do professor registrar todas as atividades desenvolvidas com esses alunos e fazer uso de recursos diferenciados (como letras, cores e até móveis diferentes para exemplificar elementos distintos de uma frase).

Uma medida para auxiliar no processo de alfabetização do aluno surdo é fazer com que ele sente nas carteiras da frente da sala, mais próximas da lousa e do professor.

 

Como se capacitar para atender a alunos surdos

Para que possa haver a inclusão social das pessoas surdas, e visando à inserção social desse aluno de forma efetiva, é inevitável que as escolas se organizem considerando três critérios: a capacitação dos professores para que possam interagir por intermédio da língua de sinais, a formulação de currículos escolares inclusivos e a relação conteúdo-cultura surda.

 

Tenha acesso a curso de Libras online por meio do Estude Sem Fronteiras

O curso de Libras (sigla de Língua Brasileira de Sinais), hoje, é um grande divisor de águas no sistema educacional brasileiro. Mais do que uma disciplina curricular, trata-se de um importante instrumento de inclusão escolar e social, fundamental para a difusão de uma comunicação abrangente e irrestrita.

O portal Estude Sem Fronteiras é uma empresa pertencente à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, localizada na cidade de Ribeirão Preto e credenciada com Nota Máxima pelo Ministério da Educação (MEC). O Estude Sem Fronteiras oferece mais de 650 cursos que são vendidos para todo o Brasil. São cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação.

Os cursos abordam, inclusive, questões relacionadas às políticas que visam à inclusão de alunos com algum tipo de deficiência, como a surdez.

Dentre os cursos de Libras disponíveis no site, é possível citar:

  • Libras: curso de formação para iniciantes;
  • Libras: curso de formação avançada;
  • Formação de tradutor e intérprete de Libras;
  • Aspectos linguísticos das Libras;
  • Formação para instrutor e interlocutor de Libras.

Navegue pelo site para obter maiores informações sobre cursos de Libras online.

cursos de educação inclusiva

A educação inclusiva e seus desafios na sala de aula

Veja como deve funcionar a educação inclusiva dentro da sala de aula e quais seus principais desafios atualmente. Saiba também como ter acesso a cursos de educação inclusiva.

A educação inclusiva compreende uma concepção de ensino contemporânea que tem como principal intuito garantir o direito de educação a todos.

Nesse sentido, essa área da educação pressupõe acesso igualitário a oportunidades, além da valorização das diferenças entre pessoas, abrangendo, assim, as diversidades sociais, étnicas, intelectuais, culturais, físicas, sensoriais e de gênero.

Implica em uma evolução e desenvolvimento da cultura, das políticas vigentes na escola, das práticas e do sistema de ensino como um todo, visando a garantir o acesso, a aprendizagem e a participação de todos, sem exceção.

 

Os desafios da educação inclusiva

A fim de exercer a inclusão, de fato, e garantir o aprendizado de todos os alunos na escola, é necessário, primeiramente, fortalecer a formação do corpo docente e incentivar uma grande rede de apoio entre alunos, professores, famílias, gestores escolares e profissionais de saúde que são responsáveis pelas crianças com necessidades educacionais especiais.

Entretanto, existem barreiras que impedem o acesso à educação plena por parte de alguns alunos. Tais adversidades estão relacionadas a diversas variáveis e dimensões da escolarização, inclusive, o impedimento na ação dos próprios educadores.

Os desafios vão muito além de receber a matrícula de alunos com deficiência e necessidades educacionais especiais. É necessário, também, fornecer condições para a operacionalização de um projeto pedagógico inclusivo.

A inclusão dos alunos deve garantir a eles o acesso à escolaridade através de todas as possibilidades de desenvolvimento que a rede de ensino possa oferecer.

 

Como aprimorar a educação inclusiva

As mudanças são urgentes e compreendem diversos aspectos, como a reestruturação física das escolas, com remanejamento de barreiras arquitetônicas e introdução de recursos e de tecnologias assistivas.

Além disso, é preciso investir na oferta de profissionais especializados em ensino especial e compreender que a incorporação desses serviços na rede de ensino deve vir em conjunto com o planejamento da grade, a organização escolar e a avaliação do ensino.

Outro fator muito importante diz respeito à capacitação dos professores para exercer a educação inclusiva. A revolução no método de ensino dentro das escolas só pode ocorrer mediante a presença de educadores preparados para atender aos alunos com necessidades especiais.

Nesse sentido, a formação continuada, através de cursos de educação inclusiva, cursos de libras e também de braile, tem papel fundamental na prática profissional.

 

Tenha acesso a cursos de educação inclusiva através do Estude Sem Fronteiras

O portal Estude Sem Fronteiras é uma empresa pertencente à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, localizada na cidade de Ribeirão Preto, sendo credenciada com Nota Máxima pelo MEC. O portal oferece mais de 650 cursos que são vendidos para todo o Brasil. São cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação.

Os cursos abordam, inclusive, questões relacionadas às políticas e leis que garantem a inclusão desses alunos com algum tipo de deficiência.

Dentre os principais cursos de educação inclusiva, é possível mencionar:

  • Curso de educação inclusiva;
  • Educação inclusiva com ênfase em Libras;
  • Distúrbios de aprendizagem e a educação inclusiva;
  • Formação para instrutor e interlocutor de Libras;
  • Autismo: educação e o processo de aprendizagem;
  • Transtornos globais de desenvolvimento (TGD);
  • Autismo: identificação, diagnóstico e processo de aprendizagem;
  • Atendimento educacional especializado;
  • Políticas educacionais e a educação inclusiva;
  • Entre outros.

Navegue pelo site para conferir todas as opções de cursos de educação inclusiva.

Cursos de Extensão e Aprimoramento de Forma Rapida e Dinâmica

Mais rápidos e dinâmicos do que outros tipos de especialização, os cursos abrangem diferentes áreas de conhecimento e podem enriquecer bastante o currículo do aluno.

 

E, ao contrário de outros tipos de cursos, não exigem a graduação em curso superior como pré-requisito para a matrícula – ou seja, tanto graduados quanto alunos em formação ou que ainda não tenham ingressado em uma universidade podem fazê-los.

 

Basta o candidato atender aos pré-requisitos estabelecidos pela instituição de ensino.

 

De acordo com a Prof. Solange Iglesias de Lima, coordenadora-geral de Extensão Universitária, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o tempo de duração dos cursos de extensão são variáveis – podem ser realizados em uma semana ou em vários meses.

 

Além disso, podem ser presenciais ou à distância, dependendo da universidade. Ao fim do curso, não é preciso entregar uma dissertação ou tese científica, porém, a professora lembra que é exigida uma atividade acadêmica para avaliar o desempenho do aluno, que será definida pela instituição de ensino.

 

E, em vez de diploma, o aluno receberá um certificado.

 

Os cursos de extensão têm como objetivo principal abastecer o aluno com conhecimentos e práticas que não estão previstas em um curso regular.

 

Ou seja, diante das crescentes e atualizadas demandas do mercado profissional, eles  são capazes de formar conhecimentos com alta utilidade prática e atualizados – explica a professora.

 

Os cursos de extensão são embasados pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), assim como a pós-graduação lato sensu (especialização), as Instituições de Ensino Superior (IES) podem oferecer os cursos de extensão sem a autorização do ministério por serem livres.

 

No entanto, destacam que a modalidade não possui validade acadêmica.

 

Segundo Solange, houve um aumento na procura por cursos de extensão nos últimos anos, que, para a professora, representam um diferencial importante no currículo do aluno.

 

– A participação do candidato em cursos de extensão indica um cuidado com o aprimoramento acadêmico, o interesse pelo relacionamento prático em busca de novas soluções e uma qualificação técnica para o mercado.

 

Além disso, aqueles que participam de cursos de extensão durante a graduação tendem a fazer melhores escolhas dos estudos continuados na pós-graduação – defende.



Fonte: Extra Globo

 

Blog Estude Sem Fronteiras