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Curso de libras

7 motivos para fazer uma Pós-Graduação em Libras

Libras, sigla de Língua Brasileira de Sinais, se refere a um extenso conjunto de expressões gestuais, corporais e faciais para comunicação, usada por deficientes auditivos e surdos para se comunicar entre eles e com pessoas ouvintes.

A Libras não é uma língua portuguesa de gestualização, ela é uma língua diferente e à parte. Cada país possui a sua, em Portugal, por exemplo, a língua gestual portuguesa é a LGP. É importante ressaltar que a Libras é uma mistura da antiga língua de sinais brasileira com a língua de sinais Francesa, resultando em uma semelhança da Libras com as outras línguas de sinais da Europa e da América.

Mas não basta apenas saber os sinais para se comunicar, além disso é necessário saber a estrutura gramatical dessa linguagem, para assim conseguir combinar as frases e dessa forma realizar uma comunicação correta e eficaz.

Motivos para realizar uma Pós-Graduação em Libras

Atualmente, as pessoas que possuem surdez frequentam escolas regulares, no caso de crianças e jovens, e vão mais além atuando no mercado de trabalho. Perante essa atual mudança, existe cada dia mais a necessidade de pessoas que entendam e que sejam especialistas em Libras.

Por isso não são apenas as pessoas com deficiência auditiva que devem aprender Libras. São muitos os motivos que podem levar alguém a escolher aprender essa língua, principalmente quem preza pela inclusão e quer ter um diferencial profissional.  Separamos 7 motivos que mostram a importância de investir em algo mais especializado, como uma Pós-Graduação em Libras. Confira:

 

  • Comunicação inclusiva

 

A Libras é a primeira língua dos surdos. Quando uma pessoa ouvinte aprende essa língua, ela colabora com a comunicação inclusiva, proporcionando a essa parcela da população mais chances de se expressar e comunicar. Dessa maneira, é possível conhecer melhor essas pessoas, contribuindo para uma sociedade empática.

 

  • Diferencial para carreira profissional

 

Possuir especialidade em Libras, sem dúvida, será um diferencial no seu currículo, proporcionando novas oportunidades profissionais. A cada dia que passa, as empresas intensificam sua busca por profissionais que apresentem conhecimentos que possam melhorar e somar ao ambiente de trabalho, e isso abrange mais que apenas conhecimentos técnicos e formação acadêmica básica.

O cenário atual não apresenta muitos profissionais com especialização em língua de sinais, algo que vem sendo procurado, principalmente devido a demanda de público no mercado. Quando o profissional decide se dedicar a essa nova realidade, mesmo não sendo uma necessidade sua, ele diz muito sobre quem ele é e como se importa com uma sociedade mais igualitária. Se mostrando um profissional diferenciado, baseado em suas competências e na sua personalidade, o especialista em Libras tem grandes chances de se destacar..

 

  • Rapidez no raciocínio

 

Se permitir estudar outra língua é algo desafiador e exige dedicação, mas proporciona, em contrapartida, novas perspectivas. Se tratando da Língua Brasileira de Sinais, a pessoa aprende não só a se comunicar verbalmente, mas visualmente e com agilidade. Esse tipo de linguagem exige mais expressão corporal, por se tratar de uma língua gestual, favorecendo a liberdade de expressão.

Devido à utilização da comunicação com muitos dos nossossentidos, a Libras favorece nossos raciocínio, deixando-o mais veloz. Quando isso acontece, aprender outras coisas se torna mais fácil e rápido, além, é claro, de ter adquirido um novo conhecimento, que é algo importante.

 

  • Inclusão social

 

De acordo com o censo do IBGE de 2010, existem cerca de 10 milhões de pessoas não ouvintes no Brasil. Surge uma necessidade clara da disseminação da Língua Brasileira de Sinais no país para que haja a inclusão dessas pessoas no contexto social, cultural e econômico. Por isso é importante a existência de profissionais especializados em Libras desde a educação infantil e em outros eventos, como palestras e afins. Esses especialistas irão contribuir para que a informação e o conhecimento cheguem de forma igualitária às pessoas, sejam elas surdas ou ouvintes.

 

  • Oportunidade de aprender uma nova língua

 

Qualquer língua que você decida aprender precisará de esforço e dedicação, levando tempo e disciplina. Com a Libras não é diferente, é preciso estudar e praticar, e, dessa forma, se desenvolver e adquirir fluência. Existem cursos específicos para a área que estão ajudando as pessoas a se tornarem especialistas e, consequentemente, a se tornarem profissionais mais completos.

 

  • Carreira

 

O mercado está carente de profissionais que possam ingressar nessa área e atuar de maneira eficaz. Ter uma formação em Libras proporciona diversos tipos de trabalho e em várias áreas, desde a educação infantil até atuar na área da saúde e como intérprete ou tradutor. O mercado é vasto e abrangente, principalmente por não possuir tantas pessoas especializadas. O leque aumenta, mostrando um oportunidade para quem quer desenvolver a carreira, descobrir novas áreas de atuação e enriquecer o conhecimento.

Saiba mais: Ampliação do Mercado de Trabalho para Profissionais em Libras

 

  • O Mercado de trabalho

 

O mercado para profissionais que possuem especialização em Libras está em expansão, isso se dá pela falta de profissionais que utilizam a língua de sinais.  O mercado de Libras se utiliza de cursos de especialização e de pós-graduação na área. Esses cursos vão ajudar na capacitação dos profissionais que possuem o interesse em contribuir na educação inclusiva do país e assim aumentar o número de deficientes auditivos e surdos com conhecimentos acadêmicos, profissionais e interações sociais mais amplas.

A capacitação ou Pós-Graduação na área de Libras forma profissionais com competências interculturais, os quais são capazes de diminuir significativamente as dificuldades apresentadas na comunicação. Eles irão mediar a comunicação e dessa forma inserir os surdos na sociedade, garantindo assim o cumprimento dos direitos básicos do cidadão previstos por lei.

Faça Pós-Graduação em Libras com o Estude Sem Fronteiras

O mercado de Libras está em expansão e, atualmente, não conta com tantos profissionais especializados. A demanda é grande e necessita de mais pessoas que entendam e que possam atuar nessa área. Por isso, realizar um curso de Pós-Graduação vem se tornando o objetivo almejado por muitos brasileiros.

O Portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto. Oferece mais de 800 cursos oferecidos a todo o Brasil. São cursos de Extensão, Aperfeiçoamento e Pós-Graduação.

Navegue pelo site e conheça as diversas opções de cursos online e curso de Libras, que vem se mostrando ser uma nova alternativa de conhecimento e ferramenta o desenvolvimento da carreira.

Cursos de Extensão e Aprimoramento de Forma Rapida e Dinâmica

Mais rápidos e dinâmicos do que outros tipos de especialização, os cursos abrangem diferentes áreas de conhecimento e podem enriquecer bastante o currículo do aluno.

 

E, ao contrário de outros tipos de cursos, não exigem a graduação em curso superior como pré-requisito para a matrícula – ou seja, tanto graduados quanto alunos em formação ou que ainda não tenham ingressado em uma universidade podem fazê-los.

 

Basta o candidato atender aos pré-requisitos estabelecidos pela instituição de ensino.

 

De acordo com a Prof. Solange Iglesias de Lima, coordenadora-geral de Extensão Universitária, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o tempo de duração dos cursos de extensão são variáveis – podem ser realizados em uma semana ou em vários meses.

 

Além disso, podem ser presenciais ou à distância, dependendo da universidade. Ao fim do curso, não é preciso entregar uma dissertação ou tese científica, porém, a professora lembra que é exigida uma atividade acadêmica para avaliar o desempenho do aluno, que será definida pela instituição de ensino.

 

E, em vez de diploma, o aluno receberá um certificado.

 

Os cursos de extensão têm como objetivo principal abastecer o aluno com conhecimentos e práticas que não estão previstas em um curso regular.

 

Ou seja, diante das crescentes e atualizadas demandas do mercado profissional, eles  são capazes de formar conhecimentos com alta utilidade prática e atualizados – explica a professora.

 

Os cursos de extensão são embasados pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), assim como a pós-graduação lato sensu (especialização), as Instituições de Ensino Superior (IES) podem oferecer os cursos de extensão sem a autorização do ministério por serem livres.

 

No entanto, destacam que a modalidade não possui validade acadêmica.

 

Segundo Solange, houve um aumento na procura por cursos de extensão nos últimos anos, que, para a professora, representam um diferencial importante no currículo do aluno.

 

– A participação do candidato em cursos de extensão indica um cuidado com o aprimoramento acadêmico, o interesse pelo relacionamento prático em busca de novas soluções e uma qualificação técnica para o mercado.

 

Além disso, aqueles que participam de cursos de extensão durante a graduação tendem a fazer melhores escolhas dos estudos continuados na pós-graduação – defende.



Fonte: Extra Globo

 

Blog Estude Sem Fronteiras

Ex-intercambista refaz fotos de viagem nos mesmos locais da época de estudante

A fotógrafa americana Lisa Werner, de 57 anos, decidiu reviver uma viagem de intercâmbio feita em 1987, posando para fotos nos mesmos locais da Europa pelos quais passou. Na época, ela deixou a família para trás na Califórnia e passou nove meses na Alemanha com o objetivo de aprender uma nova língua e uma nova cultura.

 

Trinta anos depois, ela aproveitou uma visita à Europa e refez seus próprios passos do século passado, registrando fotos nos mesmos locais percorridos em sua época de estudante. Lisa reuniu as fotos do antes e do depois em um vídeo publicado no YouTube, que já teve mais de 95 mil visualizações.



Quando embarcou na Califórnia a caminho da cidade de Darmstadt, na Alemanha, em 1987, Lisa tinha 27 anos e nunca antes havia saído dos Estados Unidos, segundo ela contou em entrevista ao G1.


“Quando me formei na faculdade, eu tinha que pagar as dívidas do financiamento estudantil. Eu nunca tinha saído dos Estados Unidos, nem para o México, que era perto, ou para o Canadá. Eu queria aprender uma segunda língua e cultura.

 

Como parte da minha ascendência é alemã, eu escolhi a Alemanha”, explicou Lisa. “Precisei viver modestamente e guardei dinheiro durante anos para pagar minhas dívidas antes de poder viajar.”



Treze fotos refeitas

 

Na Alemanha, ela estudou alemão em uma faculdade local, mas aproveitou os nove meses que passou no intercâmbio para visitar novos lugares.

 

A oportunidade de refazer parte das viagens pela Europa surgiu em julho de 2017, quando ela acompanhou seu irmão e a sobrinha enquanto eles viajaram de bicicleta ao longo do rio Reno, que vai da Suíça aos Países Baixos.

 

Ela acabou digitalizando 13 fotos de sua viagem, tiradas em cinco cidades de dois países diferentes, com o intuito de recriá-las.

 

Lisa afirma não ter tido problemas em reencontrar os locais em que as imagens haviam sido feitas na década de 1980. “Me arrependi de não ter escaneado mais fotos”, lembra.

 

Na Alemanha, Lisa participou de um programa de “au pair”: ela ficou hospedada com uma família local, e recebeu uma quantia modesta de dinheiro para ajudar nos cuidados com uma criança.

 

“A família me pagava para levar o menino ao jardim de infância e depois trazê-lo de volta da escola.”

 

Lisa conta que se apegou muito à criança. “Era uma combinação perfeita, me colocaram como uma comissária de bordo e um garoto de seis anos.

 

Eles gostavam muito de mim. Eu honestamente amava aquele garotinho.

 

Nós esquiávamos sempre que nevava e até vestimos fantasias quando brincávamos de caubóis e índios juntos. Quando fui embora, partiu meu coração deixá-lo para trás.”

 

A falta de tecnologias de comunicação também fizeram aumentar sua saudade da família quando ela estava longe.

 

“Não é para qualquer pessoa. Foi difícil ficar longe da minha família, especialmente minhas sobrinhas e sobrinhos”, lembra ela.

 

Porém, ela acredita que “com Skype e FaceTime, seria muito mais fácil hoje em dia”. A fotógrafa aproveitou a tecnologia para entrar em contato com uma de suas amigas da época do intercâmbio.

 

Como a cidade onde ela viveu não está próxima da viagem que ela refez, ela convidou a amiga para encontrá-la perto do rio Reno.

 

“Ela me encontrou em Mainz [cidade alemã] e fizemos juntas uma degustação de vinhos. Foi ótimo. Quando estávamos nos despedindo na estação de trem, ela disse ‘não espere outros trinta anos para que a gente se reveja’.”

 

Clique aqui para ver todas as fotos

 

Fonte: G1 Educação