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curso de escrita

A importância de o professor transmitir o gosto pela escrita para seus alunos

A produção da escrita é um processo que necessita de um acompanhamento sistêmico e orientado. Por esse motivo, o professor tem um papel fundamental na condução desse processo de aprendizagem. 

A intervenção de forma sistêmica do professor durante e após as atividades de produção textual será o que vai favorecer a compreensão do aluno sobre a funcionalidade da língua escrita. Por isso, é muito importante que exista um estímulo da escrita na escola.

Leia também: Por que professores da rede pública precisam de certificação?

Métodos para estimular a escrita dos alunos em sala de aula 

O estímulo da escrita em sala de aula é um fator importante e que precisa partir dos professores. A prática da escrita vai ajudar os alunos a se aprofundarem nas palavras, criando uma relação com os processos literários, sendo também uma oportunidade para produzir e exercitar a reflexão e o pensamento crítico e fazendo com que o aluno descubra novas maneiras de se comunicar.

Mas, para estimular a escrita, é preciso explicar para os alunos o porquê da escrita e ensiná-los como escrever de forma clara e lógica. Isso tudo vai depender da faixa etária que o aluno está. Mas se usarmos como exemplo os primeiros anos escolares, em que o aluno inicia a escrita e o processo de alfabetização, será necessário ensinar por onde se deve começar a escrever, o espaçamento entre as palavras, a pontuação e uso de letras maiúsculas. Durante esse processo, o aluno sempre vai observar como o professor realiza sua escrita, usando como exemplo para o seu aprendizado.

Após ensinar, será necessário acompanhar de forma sistemática a escrita dos alunos por meio de atividades específicas, com a finalidade de estimular a escrita. O professor também precisa destacar a diferença entre a fala e a escrita, mostrando isso na prática. Fazendo uso da escrita no quadro e lendo para os alunos com a entonação correta.

Por esse motivo, é necessário que o professor chame a atenção dos alunos para os aspectos que são característicos da língua escrita, problematizando as situações. Quando o professor faz essa mediação, os alunos conseguem entender a formação de um texto, o qual é constituído por palavras, que posteriormente são transformadas em sons da fala.

A motivação também precisa ser trabalhada e exercitada pelo professor em sala de aula. Esse processo de interação com a realidade, por meio do relacionamento, humano precisa existir, desenvolvendo no aluno uma motivação que estimule nele o gosto pela escrita.

Saiba mais: 5 dicas para o professor influenciar e ensinar a leitura na educação infantil.

A importância do professor no processo de escrita 

O professor deve estar aberto a novos meios e buscá-los utilizando técnicas diferenciadas, a fim de ensinar seus alunos em sala de aula, sempre buscando colocar de forma prática o que já foi estudando nos anos anteriores. Isso não é algo fácil, mas é extremamente necessário.

A importância do professor durante o processo de aprendizagem da escrita e leitura é imensa. A referência que um professor é para os alunos os estimula a escrever e a gostar de praticar isso. Além de estimular, esses profissionais são os responsáveis por ensinar a forma correta da escrita e, posteriormente, da leitura, sendo os dois pilares para a formação de adultos com independência intelectual.

Aperfeiçoe seu currículo com a Estude Sem Fronteiras 

Para um professor, estar atualizado e entender qual é a melhor forma de educar vai além de um bom currículo. Isso é algo benéfico aos alunos, os quais contarão com um professor especializado e que saiba transmitir o conhecimento de maneira compreensível.

O portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, e oferece mais de 750 cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação que são vendidos para todo o Brasil.

Navegue pelo site e conheça as diversas opções de cursos online, como o curso de escrita!

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5 dicas para o professor influenciar e ensinar a leitura na educação infantil

É na infância que muitos hábitos são formados, e os professores e pais precisam estar atentos a eles, e quais estão sendo criados pelas crianças, pois durante os seus primeiros anos de educação, é fundamental que a formação dos bons hábitos aconteça. Um hábito muito importante, e que precisa ser nutrido e incentivado, é o da leitura.  

É essencial ter plena noção da importância dos livros e da leitura durante a educação infantil, sendo uma atitude necessária não apenas para as instituições de ensino e os professores, mas também para os pais e responsáveis. Eles precisam ter ciência do quão benéfico será para a criança a prática da leitura. 

Para os pequenos, o momento de aprender a ler será um marco de um novo início, com novas possibilidades e descobertas. Por isso, é de extrema importância que a família trabalhe juntamente com a escola no incentivo ao hábito da leitura desde os primeiros anos. 

São muitos os benefícios proporcionados pela leitura para as crianças. O ato de ler estimula a criatividade e a imaginação, favorecendo o aprendizado e a ampliação do vocabulário, ajudando no desenvolvimento psicomotor, intelectual e cognitivo, além de aumentar a aquisição de cultura, melhorando a escrita e o desenvolvimento do senso crítico já na infância. 

Leia também: Dicas para professores com alunos autistas

5 dicas para incentivar a leitura na educação infantil 

Quando a criança aprende a ler, para ela é um momento muito especial de sua vida, pois nesse momento ela passa a ter acesso ao que está escrito em diversos lugares, e começa a ler tudo que consegue. Mas o desenvolvimento do hábito de leitura não é algo tão simples, e demanda esforço. 

Por isso, separamos 5 dicas que vão ajudar os professores a incentivar os pequenos na educação infantil. 

 

  • Mostre que se interessa pela leitura 

 

O exemplo dos professores e dos pais é algo muito importante na criação dos hábitos de uma criança, e desperta o seu interesse. Quando as pessoas, as quais ela tem contato, possuem o hábito de ler, é bem provável que a criança passe a gostar de leitura. Ler histórias e inserir a criança no universo da leitura, vai encantá-la. É importante também sempre conversar sobre a história, fazer perguntas e saber o que ela conseguiu entender. Isso vai incentivar a leitura e a imaginação dos pequeninos. 

 

  • Estimule o contato com os livros 

 

Incentivar o contato com os livros deve ser algo presente desde sempre na escola. É por meio desse contato que a criança se familiariza e passa a gostar de pegar os livros e de, posteriormente, lê-los. Livros coloridos e com materiais de fácil manuseio são os mais recomendados para esta faixa etária, de zero a cinco anos. É importante ficar atento ao lugar onde os livros estarão. Recomenda-se colocá-los em um local de fácil acesso para que as crianças consigam pegá-los quando quiserem.

 

  • Leitura conjunta 

 

Outros meios de leituras podem ser utilizados, além dos livros, como placas, cartas, jornais, panfletos, propagandas, outdoors e outros materiais que possam fazer com que eles compreendam melhor o mundo. Outra opção muito vantajosa é a leitura em conjunto. Isso vai ajudar no desenvolvimento da criança, até que ela consiga ler um livro todo sozinha. Isso também vai estimular o desenvolvimento do foco e atenção dela.

 

  • Priorize os interesses da criança 

 

Sempre procure saber quais são os interesses da criança, dessa maneira será mais fácil fazer sugestões de livros e de outros materiais em atividades especificas. Isso proporciona um estreitamento afetivo entre professor e aluno, pois o educador passa a ser visto pela criança como um confidente, ficando aberta a compartilhar seus momentos bons e ruins. Opções como livros ou revistas em quadrinho é uma boa forma de inserir os pequenos na leitura na educação infantil. É importante que a escola tenha muitas opções adequadas para a idade. 

 

  • Faça uma parceria com os pais ou responsáveis 

 

É normal que a criança seja influenciada pelo comportamento dos pais. Mesmo tendo estímulo na escola, é essencial que os pais mostrem para os filhos que a leitura faz parte do dia a dia. Uma dica é ler histórias antes da criança dormir, e que tanto os pais quanto os filhos leiam o mesmo livro, para possam conversar sobre a história depois. Isso vai estimular o aprendizado e aumentar a interação da criança com os pais. 

As melhores opções de cursos para você, educador, se encontram no Estude Sem Fronteiras 

Os educadores precisam estar muito bem preparados para atuar em algumas áreas específicas, como a da educação infantil. Tendo a responsabilidade de estimular a criança em seus primeiros anos escolares e de incentivar sua leitura e vontade de aprender.

Pensando nisso, a Estude Sem Fronteiras elaborou um curso todo especial para que você se torne um profissional ainda melhor, o curso de leitura

O portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto. Oferece mais de 750 cursos que são vendidos para todo o Brasil. São cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação. Acesse o site e conheça mais cursos que podem fazer diferença em sua carreira profissional!

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Aprendendo brincando: a importância dos jogos na educação infantil

A educação infantil compreende crianças de zero a cinco anos de idade, sendo a faixa etária em que acontece a primeira etapa da educação básica. Quando a criança entra em uma instituição de educação infantil, ela tem a oportunidade de expandir seus conhecimentos nessa nova fase. 

Ela vivenciará novos aprendizados, os quais vão compor o seu universo. Assim como uma variedade de relações e atitudes, formas diferentes de comunicação com as pessoas, valores culturais e morais, e o estabelecimento de limites e regras, as quais ela vai precisar aprender a cumprir e a respeitar.  

Como são muitas coisas novas logo nesses primeiros anos, passou a se analisar formas mais lúdicas e aceitáveis pelas crianças para se educar. Foi então que houve a aceitação da utilização de jogos e brincadeiras como algo estratégico, usado no processo de ensino-aprendizagem das crianças. 

Esse método vem ganhando força entre professores e pesquisadores nos últimos anos. Isso se deu devido ao método ser considerado uma forma de trabalho pedagógico importante no desenvolvimento do raciocínio infantil, e pela sua contribuição na vivência de conteúdos e de sua relação com situações vividas no cotidiano. 

Leia também: Como incluir e estimular alunos com deficiência intelectual.

A importância dos jogos durante a educação infantil

Quando os jogos são usados como estratégia de ensino-aprendizagem nas salas de aula, eles precisam favorecer a criança na formação do seu conhecimento científico, possibilitando que haja uma vivência das situações reais e imaginárias. 

Além de estimular a criança a realizar os desafios, assim como estimular a busca de soluções para as situações difíceis que aparecem no jogo, isso vai fazer com que a criança raciocine, troque ideias e depois tome decisões. Tudo isso sendo exercitado em um único jogo.

O ato de brincar é uma atividade natural e espontânea, e a criança precisa viver esse momento. É algo importante para a formação dela, uma peça-chave para o seu crescimento mental e controle de suas habilidades. É bastante evidente a sua necessidade e importância, pois é por meio das brincadeiras que a criança cria o seu mundo. 

As brincadeiras estão diretamente ligadas ao sentimento de prazer para uma criança. E quando ela acontece na educação infantil, além do prazer, proporciona também o desenvolvimento intelectual, ensinando de forma agradável e divertida os hábitos necessários para o seu crescimento, como o raciocínio, a persistência, o companheirismo, a perseverança e outros. 

Portanto, os jogos e as brincadeiras proporcionadas na sala de aula pelos educadores devem privilegiar o ensino de conteúdos da realidade, além de ser uma estratégia de ensino, sendo vista como algo de destaque durante o planejamento pedagógico. 

É importante destacar que as brincadeiras e jogos escolhidos pelos educadores precisam, além de proporcionar diversão, ter fins pedagógicos e de aprendizado, sempre visando ao desenvolvimento das crianças envolvidas. O conhecimento será abordado e entendido mais facilmente se for apresentado de diferentes maneiras metodológicas.

As atividades lúdicas, brincadeiras e jogos, se forem feitos de forma correta, contribuirão imensamente para a construção da compreensão do conhecimento, sendo atividades essenciais no desenvolvimento infantil, principalmente quando os professores têm conhecimento sobre a atividade proposta e seu objetivo, juntamente com um trabalho de qualidade. 

Contudo, os jogos só serão úteis para o aprendizado se realizados no momento certo, delimitado pelo professor, assim como a explicação do jogo, seu objetivo e regras.

Saiba mais: 8 formas de estimular o aprendizado do aluno na sala de aula

Realize cursos de extensão no Estude Sem Fronteiras, e aperfeiçoe a sua carreira 

Educadores que buscam se destacar no mercado precisam estar atualizados e ter muito conhecimento sobre sua área de atuação. Os cursos de extensão são ótimas opções para quem deseja ser um profissional diferenciado. 

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Como incluir e estimular alunos com deficiência intelectual

Muito se fala em educação inclusiva e como ela pode mudar a vida de diversos estudantes na atualidade. A educação inclusiva tem por objetivo garantir o direito de todos a uma educação de qualidade. Ela apresenta como base a oferta de  igualdade de oportunidades em relação às diferenças humanas e sua valorização, independentemente de suas diversidades sociais, culturais, intelectuais, sensoriais, de gênero ou mesmo étnicas.

A educação não escolhe quem deve ter acesso a ela ou não, buscando, desse modo, disponibilizar o acesso e o aprendizado a todos, sem qualquer tipo de exceção. A inclusão diz respeito, principalmente, aos alunos que apresentam alguma necessidade especial de natureza intelectual ou física e cuja atenção e recursos necessitam ser diferenciados.

Infelizmente, os recursos disponibilizados para as pessoas que apresentam tais dificuldades, na maioria das vezes, são mínimos. Com essa defasagem na oferta de recursos de inclusão, o número de pessoas com deficiência que não frequentam a escola aumenta drasticamente.

Leia também: 8 formas de estimular o aprendizado do aluno na sala de aula

Dicas para o ensino de alunos com dificuldade intelectual

Para que a inclusão aconteça, é necessário saber quem são alunos que necessitam ser inclusos e suas necessidades específicas. Dessa maneira, será possível atendê-los da melhor forma. Pessoas que possuem deficiência intelectual precisam de atenção especial, e, para isso, existem algumas atividades e ações que podem ajudar na educação e no convívio em sociedade. Confira algumas dessas medidas:

 

  • Plano individual do desenvolvimento do aluno

 

O primeiro passo é ter um diagnóstico de um médico, somente dessa forma a elaboração de um plano de desenvolvimento será executada de maneira eficiente. Nesse plano individual precisam constar os dados do aluno, suas informações médicas e o depoimento dos pais sobre as atividades que o aluno consegue desenvolver e tudo que precisa ser ensinado. Depois disso, os professores poderão realizar um plano para aquele aluno, exibindo as expectativas e estratégias que serão usadas para alcançar os objetivos de ensino.

 

  • Exercícios práticos

 

Alunos que apresentam deficiência intelectual precisam, ainda mais que aqueles sem deficiência, praticar o que for passado em sala de aula, até que consigam fixar e assimilar o conteúdo apresentado. O currículo desses alunos precisa acompanhar o da turma, de maneira que os assuntos sejam trabalhados de forma mais simples  e objetiva, e, se necessário, em um período de tempo maior, respeitando o ritmo do aluno. Os exercícios desenvolvidos não podem ser infantis ou para idade menor do que a do aluno, bem como não podem muito fáceis, precisam respeitar o aluno, e não o subestimar. O nível de dificuldade precisa aumentar gradativamente, o estimulando e também acompanhando o ritmo apresentado por ele.

 

  • A aprendizagem

 

O educador precisa estar atento ao estilo de aprendizagem que é mais eficaz para cada aluno, como, por exemplo, se é visual auditiva ou outra. Depois de realizar essa identificação, busque os materiais que possam contribuir para a aprendizagem do aluno. O uso desses materiais é o que fará a diferença na forma de aprender e em como o aluno irá se sentir. Vale lembrar que o que importa é se o aluno está evoluindo e não a extensão de tempo gasto com isso. Tudo precisa ser dosado e oferecido na medida certa, sempre buscando o desenvolvimento intelectual do estudante da melhor maneira possível.

 

  • Provas ou avaliações

 

As avaliações vão depender do estilo e do ritmo de aprendizagem de cada aluno. A partir da identificação desses fatores é possível saber se será necessário realizar alguma adaptação nessas avaliações. O modelo de avaliação vai depender também do tipo de deficiência do aluno.  

Mesmo com atividades e cuidados diferenciados, é de extrema importância que os alunos com deficiência intelectual façam parte dos grupos ou duplas com a classe, proporcionando, dessa forma, uma integração e, consequentemente, uma maior aproximação e inclusão. Essas ações vão gerar diversos benefícios para os alunos em geral.

Os professores que atuam nessa área diferenciada necessitam sempre estar buscando aperfeiçoamento acadêmico através de cursos específicos para tal função. Dessa forma, os ensinos passados e a maneira que serão transmitidos vão ajudar ainda mais os alunos com deficiência intelectual.

Faça cursos de extensão com o Estude sem Fronteiras

Os educadores que prezam por sua profissão precisam estar sempre atualizados sobre sua área de atuação, por isso é importante buscar o  aperfeiçoamento acadêmico. Cursos de extensão são ótimas opções para aumentar o conhecimento e a capacitação.

O Portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto e oferece mais de 800 cursos, que são ofertados a todo o Brasil. São cursos de Extensão, Aperfeiçoamento e Pós-Graduação.

O portal disponibiliza diversos cursos livres com certificado e cursos de educação inclusiva. Navegue pelo site e conheça as opções.

Cursos com certificado MEC

Porque escolher cursos de Extensão, Aperfeiçoamento e Pós-Graduação com certificação?

Optar pela educação à distância (EAD) possibilita que pessoas com dificuldade em relação a flexibilidade de tempo ou que não conseguem se deslocar até uma instituição de ensino possuam a oportunidade de se especializar e aprimorar seus conhecimentos.

O sistema de ensino utilizado pelos professores que dão aulas em EAD não é diferente do sistema utilizado no presencial, só se difere deste na forma de comunicação, devido à falta de contato físico.

No Brasil atual, o certificado de um curso de pós-graduação à distância tem a mesma valoração de um curso presencial. Contudo, independentemente de ser presencial ou não, o curso precisa ser reconhecido pelo ministério da Educação (MEC). O MEC é a instituição governamental responsável por reconhecer, avaliar, autorizar e credenciar todas as instituições de ensino superior do País, sejam presenciais ou à distância.

A importância de realizar cursos com certificação

O primeiro passo, antes mesmo de iniciar os estudos, é verificar se a instituição pretendida é credenciada pelo MEC.

É importante ter conhecimento sobre essas informações quando pretende-se iniciar um curso, tanto presencial quanto à distância, principalmente quando são cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação. Quando a instituição de ensino não é credenciada, os certificados adquiridos por meio dela não terão validade perante o mercado de trabalho. E, consequentemente, a pessoa não poderá exercer sua especialização e nem assumir qualquer cargo voltado à área de formação disponibilizada pela especialização.

Um certificado que não é emitido por Instituição credenciada pelo MEC não conta pontos para títulos de cargos públicos devido à falta de controle do Ministério da Educação sobre as atividades proporcionadas pela instituição.

Para descobrir se uma instituição de ensino é autorizada a proporcionar aqueles cursos, basta entrar no site do MEC e verificar através de uma pesquisa rápida. No site, ainda é possível visualizar todas as instituições regularizadas. Utilizando esse método, o estudante fica ciente se a instituição presta um serviço devidamente regularizado.

Estar regularizada significa a garantia de que o certificado emitido pela instituição terá validade no mercado, valorizando assim o investimento financeiro e de tempo dedicados ao curso escolhido pelo profissional que deseja especializar-se.

Quando se trata de cursos à distância, a preocupação tende a ser maior com a regularização dos cursos. Entretanto, é importante saber que a regularização a que esta modalidade sujeita-se é igual àquela a que são submetidos os cursos presenciais. O aluno também consegue consultar no site do MEC quais são as instituições que oferecem o ensino EAD. As certificações resultantes desse método têm validade, contanto que esteja devidamente regularizada junto ao Ministério da Educação.

Método utilizado pelo MEC

A obtenção do credenciamento das instituições de ensino é feita por meio de um processo minucioso realizado pelo MEC. No processo, uma série de fatores são levados em consideração e passam por diferentes tipos de avaliações. Logo em seguida, é gerado um relatório geral a partir do qual é liberado o aval para que o funcionamento seja obtido.

Cada uma das avaliações faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação superior (Sinaes), que compreende todos os indicadores que geram resultados a partir de um estudo detalhado feito sobre essas instituições. Tudo aquilo que é considerado relevante na formação de uma instituição de ensino é levado em consideração para ser analisado.

Faça cursos com certificação por meio do Estude Sem Fronteiras

Não basta apenas fazer um curso, é preciso saber se futuramente ele será útil para o mercado de trabalho e, assim, contar como pontos positivos para sua carreira. Por esse motivo, é necessário ficar atento à validade dos certificados emitidos pela instituição e se eles serão levados considerados oficiais e utilizáveis em qualquer lugar.

O Portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana de São Paulo, localizada em Ribeirão Preto, com nota máxima no MEC, oferecendo mais de 750 cursos livres online. Tratam-se de cursos voltados à especialização, como aqueles de extensão, de aperfeiçoamento e de pós-graduação. Cursos com certificado MEC, contam com qualidade garantida e maior aproveitamento devido à interatividade disponibilizada pelo portal.

Acesse o site e fique por dentro de maiores informações sobre cursos online oferecidos pelo Estude sem Fronteiras.

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Porque professores da rede pública precisam de certificação?

Entenda o motivo pelo qual os professores que atuam na rede pública necessitam de uma certificação e como ela colabora para o desenvolvimento do profissional dentro da sala de aula.

O professor exerce uma das tarefas mais importantes perante a sociedade, justamente por lidar com a sua formação. Os ensinamentos passados por um professor são muito significativos, pois eles contribuem para ações e decisões assertivas, sábias e planejadas na vida do aluno.

Para se tornar um professor, é preciso ter paixão pela arte de ensinar, ter habilidades pedagógicas e, principalmente, ter a certificação necessária para atuar como docente, conforme a lei recomenda.

Leia também: A importância da qualificação profissional para o começo de uma carreira

 

A importância do certificado para professores da rede pública

 

A formação exigida para exercer a profissão de professor vai variar de acordo com a área em que o profissional deseja atuar. Entenda as opções:

Licenciaturas: esses cursos habilitam o profissional a atuar na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Os cursos de licenciatura são cursos superiores de graduação que formam profissionais licenciados em Física, Letras, Geografia, Ciências Biológicas, Química, Matemática e Pedagogia.

Superior: graduação na modalidade licenciatura. Com essa formação, o profissional pode atuar na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino fundamental.

Magistério: não é um curso superior, mas sim de nível médio. Possuindo essa formação, o profissional está apto a lecionar na Educação Infantil.

Pedagogia: é um curso superior de graduação na modalidade de licenciatura. Tem como finalidade formar professores para atuar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I (até o 5° ano). Esse profissional assume o currículo da série por completo.

Bacharelado: esse curso não habilita o profissional a lecionar, é um curso superior de graduação que fornece o título de bacharel. Se o profissional optar por atuar como docente, precisa de um curso complementar de pedagogia ou alguma licenciatura.

O profissional que atua em rede pública e que tenha o desejo de ascender na sua profissão pode se aprimorar com cursos correlatos à sua área de atuação e assim se desenvolver melhor.

Se o profissional procura ingressar como professor de Educação Básica nas instituições públicas, basta ter graduação. Assim sendo, o plano de carreira correspondente fornece uma compensação por titulação, o que resulta em aumento do salário se o professor possui pós-graduação, mestrado, doutorado ou outro tipo de certificação que some de maneira positiva à sua profissão, como cursos de Extensão e Aperfeiçoamento.

Caso o profissional almeje concorrer aos cargos dos concursos para Instituições de Ensino Superior, precisa ter, no mínimo, a titulação de mestre. Além disso, caso o professor venha a incrementar seu leque de especificações, seu salário também tende a aumentar.

Quando o professor tem certificações específicas que vêm ao encontro das necessidades de aprimoramento de sua profissão, seu desempenho aumenta, gerando benefícios tanto em questões financeiras, quanto dentro da própria sala de aula. Essas certificações também são de grande valia quando falamos de alunos especiais, pois estes precisam de uma atenção diferenciada e qualificada.

Ser devidamente certificado para atuar como professor em rede pública é de extrema importância. Estar atento às mudanças referentes ao universo da educação farão com que o profissional se destaque, alavancando sua carreira e gerando benefícios para quem frequenta suas aulas.

Saiba mais: A importância dos cursos para concurso público na prova de títulos

 

Alavanque sua carreira na rede pública com o Estude Sem Fronteiras

 

É importante estar em constante busca pelo crescimento, tanto pessoal, quanto profissional. E encontrar-se devidamente capacitado é o que faz dessa busca um objetivo tangível. Assim, é preciso realizar cursos que contribuam para alavancar a carreira docente. Procure instituições que emitam certificados e sejam credenciadas pelo  Ministério da Educação (MEC).

O Estude Sem Fronteiras é um portal de educação da Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, localizada na cidade de Ribeirão Preto, a qual é credenciada pelo MEC. O portal oferece cursos livres, de Extensão e Aperfeiçoamento que são válidos e aceitos por instituições públicas e privadas, todos com a emissão da devida certificação. Esses cursos são oferecidos a todo o Brasil, sendo voltados à extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação.

Entre no site e tenha mais informações sobre os cursos online oferecidos pelo portal Estude Sem Fronteiras.

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8 formas de estimular o aprendizado do aluno na sala de aula

Atualmente, é um grande desafio para os professores manter a atenção dos alunos durante o momento de aula. Estimular a motivação deles nesse período é fundamental para garantir um bom desempenho nos estudos.

Por esse motivo, o profissional que busca manter seus alunos atentos às aulas necessita de encontrar outras metodologias para aflorar essa motivação e vontade de se desenvolver em sala de aula. Novas metodologias não anulam a importância dos métodos já aplicados.

Pensando nisso, separamos 8 formas para estimular o aprendizado do aluno com criatividade, criando assim novas maneiras para o profissional atingir seu objetivo, que é a troca de conhecimento entre aluno e professor.

 

Acesse aqui: Dicas para melhorar o aprendizado dos alunos

 

8 formas de estimular o aprendizado em sala de aula

Com todas as mudanças relacionadas ao desenvolvimento do ser humano, quando se fala sobre fatores como motivação, é impossível não levar em consideração como esse desenvolvimento afeta o interesse dos alunos em sala de aula. Tudo precisa ser o mais atrativo possível para justamente despertar o interesse e estimular o aprendizado.

 

 

  • Expor os conteúdos de forma visual

 

Quando os conteúdos são listados de forma organizada, os estudantes tendem a aprender de uma forma mais produtiva. Quando o professor faz uma lista do que será apresentado durante a aula, o cérebro do aluno já faz todo um mapeamento na sua mente, favorecendo o aprendizado. Após essa lista, é importante fazer uma breve explicação sobre cada tópico exposto, depois disso deixe os alunos refletindo sobre o que eles puderam entender com a pequena explicação. A próxima etapa é iniciar a aula em si.

 

 

  • Mesclar atividades online e offline

 

Devido ao avanço da tecnologia, ela se faz cada vez mais presente na vida dos estudantes. Na sala de aula, os novos elementos não podem ser deixados totalmente de lado, é preciso usar as ferramentas que a tecnologia oferece a favor do processo de aprendizagem. É essencial realizar atividades online e offline. Busque realizar atividades que possam ser desenvolvidas nos laboratórios de informática, resultando assim em uma aula dinâmica e produtiva.

Usar a internet na rotina estudantil vai gerar uma maior proximidade do aluno com o ambiente escolar, pois será feita a união da realidade vivida na escola com o que já faz parte do dia a dia de cada aluno.

 

 

  • Valorize o processo, não só o resultado

 

Resultados são sim importantes, mas é preciso estar atento ao processo que leva aos resultados. Quando o foco é totalmente nos resultados, os esforços nunca serão valorizados. Se o professor não fizer uma boa abordagem sobre o processo que o aluno desenvolveu, caso ele não atinja o resultado, poderá sentir-se totalmente desmotivado, pois não foi “recompensado” da maneira que esperava.

Por esse motivo, nunca deixe de enfatizar a importância do processo, em conjunto, claro, com o resultado. Com essa ação, o professor vai mostrar aos seus alunos que, ainda que os resultados não sejam os esperados, os esforços deles jamais poderão perder-se. Esses esforços permanecem para os fortalecer para futuros desafios.

 

 

  • Desafios em grupo

 

Os questionamentos dos alunos são de extrema importância para o aprendizado. Quando o professor propõe atividades em grupo, ele dá abertura para que os alunos tirem suas dúvidas entre si e também exponham suas opiniões sem o medo do julgamento e sem se sentir retraídos ou envergonhados. É importante estar atento, pois cada aluno tem uma forma diferente de assimilar e aprender.

É fundamental não ter simplesmente respostas prontas, e sim respostas que estimulem os alunos a pensarem sobre o assunto abordado, incentivando assim a desenvolver críticas e novas ideias. Além disso, quando eles são estimulados a debater, a contribuição para criar opiniões é otimizada, pois diferentes áreas no cérebro são ativadas no processo, fortalecendo as conexões relacionadas ao conhecimento.

 

 

  • Gerar momentos únicos

 

Para se destacar e ser ouvido pelos alunos, o professor precisa criar aulas diferenciadas que chamem a atenção. Portanto, para que isso aconteça, seja original, procure diversificar as aulas utilizando-se de vídeos, dinâmicas produtivas que possam ser inseridas durante a aula e que estimulem o aluno a fazer sua contribuição. Desenvolva atividades que fiquem na memória do estudante e que ele se lembre quando pensar em determinada matéria. Isso também vai criar uma relação mais próxima entre o docente e os alunos.

 

 

  • Interatividade durante aulas expositivas

 

As aulas expositivas tendem a ser bem cansativas e exaustivas, pois exigem que os alunos permaneçam sentados e atenciosos durante todo o período da aula. Exigir que o estudante permaneça sentado é bem difícil, porque isso acaba gerando sono, além de qualquer coisa tornar-se motivo para distrações pelo fato de estarem parados e sentados.

Para mudar esse quadro, uma opção favorável é apostar na interatividade durante esse tipo de aula. A interatividade pede a participação dos alunos e, com isso, a atenção deles ao que está sendo abordado. Faça perguntas individualmente ou para o grupo, procure utilizar-se do bom-humor e usar exemplos do dia a dia para deixar o assunto mais interessante.

 

 

  • Dinâmicas de autoconhecimento

 

Os professores podem desenvolver atividades e situações que ampliem o autoconhecimento dos alunos. Um bom exemplo disso são as dinâmicas em grupo. Esse modelo de atividade precisa ter o objetivo de incentivar o relacionamento entre os discentes, já que fazer algo em grupo auxilia a percepção e expressão de sentimentos, dentre outras vantagens que tornam possíveis o acolhimento das dificuldades de cada estudante. Ao desenvolver esse tipo de dinâmica, será estimulado nos alunos o autoconhecimento e a consciência de suas próprias dificuldades. O resultado dessa estratégia é que os alunos tornam-se mais aptos a desenvolver estratégias que se adaptem melhor a cada contexto.

 

 

  • Oferecer um feedback

 

Entenda, o feedback não é uma crítica com o objetivo de expor alguém. Ao contrário disso, trata-se de uma análise precisa e particular das atitudes de uma pessoa que podem estar afetando seu desempenho de maneira positiva ou negativa. Ele é muito importante no processo de aprendizagem. Com a devida análise, o professor consegue identificar as dificuldades enfrentadas pelo aluno e assim pode ajudá-lo a encontrar novas alternativas para driblar esses problemas.

Também é muito importante não se esquecer do reforço positivo, pois ele contribui para o bom desenvolvimento do aluno. Dessa forma, o professor estará reconhecendo e parabenizando cada estudante por todos os seus esforços até o presente momento.

 

Aprimore suas ideias para a sala de aula com o Estude Sem Fronteiras  

A busca por aperfeiçoamento acadêmico é muito importante para os professores que objetivam investir em sua carreira. Devido a nova era tecnológica que se vivencia, é preciso estar atento às tendências do momento para que os estudantes sejam envolvidos e estimulados a aprender.

Esse aperfeiçoamento pode ser adquirido através de cursos de extensão e aprimoramento. Os cursos vão contribuir positivamente para o desenvolvimento de novas ideias, as quais serão desenvolvidas em sala de aula, conquistando a atenção dos alunos.

O Portal Estude sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana de São Paulo, a qual está localizada na cidade de Ribeirão Preto. Atualmente, o Portal oferece mais de 750 cursos ofertados a todo o território brasileiro. São cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação para profissionais que almejam otimizar seu desempenho em sala de aula.

Acesse o site e obtenha maiores informações sobre os cursos livres com certificado disponíveis no portal.  

 

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Ensino de Libras de forma lúdica pode ser alternativa para Educação Inclusiva

Saiba como o lúdico pode auxiliar no ensino de libras, e veja como ter acesso a curso de libras online para educação inclusiva.

A educação inclusiva tem como finalidade educar pessoas sem fazer distinção, respeitando as diferenças e valorizando as particularidades de cada um.

Nesse sentido, o repertório do professor deve ser diversificado, para que ele possa lidar com as possíveis deficiências dos alunos em sala de aula.

Saiba mais: Os pilares que uma escola deve dispor para exercer uma educação inclusiva.

Educação inclusiva para surdos

Quando a diversidade, dentro da escola, inclui surdos, é preciso que a instituição esteja preparada para oferecer tudo o que o processo de inclusão demanda e garantir o pleno desenvolvimento e integração desse aluno na comunidade escolar, além de atuar na formação do professor para qualificá-lo na língua-mãe dos surdos: a Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Nesse sentido, a escola e os professores devem se preparar por meio de cursos de libras para o ensino da língua dos surdos como primeira língua para criança surda e como segunda língua para crianças ouvintes.

Para tal, se faz necessário diversificar a metodologia de ensino, e é aí que o lúdico se mostra como um caminho a ser adaptado e utilizado pelos profissionais docentes.

O papel do lúdico no ensino de Libras

O lúdico pode incentivar atividades voluntárias entre os alunos, levando ao envolvimento de todos e desenvolvimento da sociabilidade, do estímulo à cognição e da autonomia.

A ludicidade está presente na sociedade como um todo, sendo um fenômeno universal, em todas as culturas e em diversas etapas da vida, principalmente entre as crianças.

Durante o ato de brincar, a criança tem contato com a condição humana e com a preparação para a vida adulta.

A ação lúdica prioriza a comunicação da criança com outras pessoas e também com ela mesma, pois dessa forma ela descobrirá novas maneiras de se comunicar e, com o passar do tempo, conseguirá compreender o meio em que está inserida de forma dinâmica.

Como adotar a metodologia de ensino lúdica

Os resultados que o lúdico traz ao desenvolvimento da criança durante a fase de aquisições de habilidades e competências são evidentes.

Nesse sentido, o processo de ensino de crianças e adolescentes só demonstraria ganhos positivos com a utilização da metodologia certa de ensino, o que demandaria algumas mudanças no âmbito educacional e na formação do professor para utilização do lúdico ao longo do período letivo.

Aperfeiçoamento do corpo docente

No processo de inserir o lúdico na educação inclusiva, é fundamental evidenciar como jogos, brinquedos e brincadeiras podem revelar elementos significativos ao desenvolvimento e à aprendizagem dos alunos, tanto surdos quanto ouvintes.

Assim, o aperfeiçoamento dos professores e outros funcionários que mantêm contato com alunos com necessidades específicas é fundamental para adoção do lúdico no ensino de libras.

É importante que os alunos sintam a energia e motivação dos educadores em ensiná-los por meio de jogos e brincadeiras, e os professores, por sua vez, devem saber como traçar e metodologia correta envolvendo o lúdico e o ensino de da língua brasileira de sinais.

Cursos de Libras online é investimento necessário para o professorado

O Estude Sem Fronteiras é um portal que pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, e oferece diversos cursos de aperfeiçoamento, extensão e pós-graduação. Os cursos de Libras online envolvem, inclusive, questões relacionadas ao ensino e à inclusão de alunos com deficiência.

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Os pilares que uma escola deve dispor para exercer uma educação inclusiva

Saiba o que a escola deve oferecer aos alunos especiais e como os professores devem se capacitar através de cursos de educação inclusiva.

Se antes a escola regular e a especial existiam separadamente, agora a educação inclusiva surgiu para colocar fim à essa separação.

Saiba o que é a educação inclusiva, quais seus pilares e como os professores podem se capacitar para atender a alunos especiais por meio de cursos online.

O que é Educação Inclusiva

A educação inclusiva é uma modalidade educacional idealizada para traçar um processo educativo que considere todas as pessoas, com deficiência ou não, como merecedoras ao direito à escolarização.

Trata-se de uma educação voltada para a formação completa de crianças e jovens, livre de preconceitos e que reconhece o valor das diferenças entre seres humanos.

Para que possa ser colocada em prática, é preciso que se estabeleçam os pilares da Educação.

 

  • Os pilares da Educação

 

De acordo com o relatório feito pela Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI, a pedido da Unesco, existem quatro pilares da educação:

  1. Aprender a conhecer;
  2. Aprender a conviver;
  3. Aprender a fazer;
  4. Aprender a ser.

Basear a educação inclusiva em todos os quatro pilares significa garantir às crianças e aos jovens com deficiência uma aprendizagem por meio de várias possibilidades de desenvolvimento que estão presentes na escola.

Como a escola se torna mais inclusiva?

A escola inclusiva nada mais é que a escola comum que acolhe todos os tipos de crianças e jovens, independentemente das individualidades e diferenças de cada um.

Nesse sentido, a instituição fornece meios de favorecer e respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem de seus alunos.

Na prática, são realizadas ações que visam a aperfeiçoar o aprendizado dentro da sala de aula, como incorporação de um segundo professor em sala, ou mesmo de um estagiário, sempre no intuito de dar apoio ao professor titular.

A escola deverá, ainda, oferecer aos alunos especiais recursos diferenciados ao seu aprendizado, que podem ser indispensáveis, como adaptações para acessibilidade ao ambiente escolar, professores especialistas ou formas de aceleração do conteúdo.

Preparação dos professores acontece por meio de cursos de educação inclusiva

Para que a escola seja efetivamente inclusiva, é preciso que os professores estejam devidamente preparados para lidar com a rotina exigida pela inclusão, o que demanda o acesso a 

Por isso, é fundamental que os professores, psicólogos, e funcionários representantes das demais licenciaturas (assim como todos aqueles que terão contato com os alunos) tenham acesso a cursos de educação inclusiva, como os cursos de libras, por exemplo.

O portal Estude Sem Fronteiras oferece mais de 750 cursos de aperfeiçoamento, extensão e pós-graduação.

Os cursos online abordam, inclusive, questões relacionadas à educação inclusiva, tais como: cursos de libras, “distúrbios de aprendizagem e a educação inclusiva”, “braile: formação para iniciantes”, “deficiência visual”, “espectro autista: investigações, identificação e diagnóstico”, “atendimento educacional especializado (AEE)”, entre outros.

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Cursos de Extensão e Aprimoramento de Forma Rapida e Dinâmica

Mais rápidos e dinâmicos do que outros tipos de especialização, os cursos abrangem diferentes áreas de conhecimento e podem enriquecer bastante o currículo do aluno.

 

E, ao contrário de outros tipos de cursos, não exigem a graduação em curso superior como pré-requisito para a matrícula – ou seja, tanto graduados quanto alunos em formação ou que ainda não tenham ingressado em uma universidade podem fazê-los.

 

Basta o candidato atender aos pré-requisitos estabelecidos pela instituição de ensino.

 

De acordo com a Prof. Solange Iglesias de Lima, coordenadora-geral de Extensão Universitária, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o tempo de duração dos cursos de extensão são variáveis – podem ser realizados em uma semana ou em vários meses.

 

Além disso, podem ser presenciais ou à distância, dependendo da universidade. Ao fim do curso, não é preciso entregar uma dissertação ou tese científica, porém, a professora lembra que é exigida uma atividade acadêmica para avaliar o desempenho do aluno, que será definida pela instituição de ensino.

 

E, em vez de diploma, o aluno receberá um certificado.

 

Os cursos de extensão têm como objetivo principal abastecer o aluno com conhecimentos e práticas que não estão previstas em um curso regular.

 

Ou seja, diante das crescentes e atualizadas demandas do mercado profissional, eles  são capazes de formar conhecimentos com alta utilidade prática e atualizados – explica a professora.

 

Os cursos de extensão são embasados pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), assim como a pós-graduação lato sensu (especialização), as Instituições de Ensino Superior (IES) podem oferecer os cursos de extensão sem a autorização do ministério por serem livres.

 

No entanto, destacam que a modalidade não possui validade acadêmica.

 

Segundo Solange, houve um aumento na procura por cursos de extensão nos últimos anos, que, para a professora, representam um diferencial importante no currículo do aluno.

 

– A participação do candidato em cursos de extensão indica um cuidado com o aprimoramento acadêmico, o interesse pelo relacionamento prático em busca de novas soluções e uma qualificação técnica para o mercado.

 

Além disso, aqueles que participam de cursos de extensão durante a graduação tendem a fazer melhores escolhas dos estudos continuados na pós-graduação – defende.



Fonte: Extra Globo

 

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