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Qual é a importância de aprender os primeiros socorros?

Os primeiros socorros são técnicas de emergência aplicadas a vítimas que precisam de ajuda imediata, seja por mal súbito ou acidentes. Saiba por que aprender tais métodos de auxílio e onde realizar curso de primeiros socorros.

O principal objetivo dos primeiros socorros é evitar a piora do quadro e manter os sinais vitais da pessoa enquanto os médicos socorristas não chegam ao local. 

As técnicas podem ser aplicadas por uma única pessoa ou por um grupo, em ação coletiva, sempre respeitando as limitações da pessoa a ser atendida, porém visando ao bem-estar geral até que o socorro profissional esteja no local para atendimento adequado. 

Importância de aprender os primeiros socorros

Ainda hoje muitas pessoas não sabem como agir perante uma situação emergencial, ou qual a importância dos primeiros socorros para auxílio imediato. 

Os primeiros socorros são medidas a serem tomadas imediatamente, no caso de alguém apresentar uma condição que possa indicar perigo de morte. 

Tais medidas visam estabilizar o quadro da vítima até que os médicos socorristas possam prestar o atendimento especializado. 

Nesse sentido, ter conhecimento sobre primeiros socorros pode salvar vidas. Algo muito simples, como o ato de se engasgar ou ter um desmaio, pode colocar uma vida em risco, e, por isso, o atendimento adequado é tão importante. 

Em vista disso, muitas empresas estão dando o devido reconhecimento e credibilidade aos funcionários que já adquiriram o treinamento básico sobre primeiros socorros. 

Veja como as técnicas são valorizadas no meio corporativo e por que realizar o curso de primeiros socorros.

Qual a importância dos primeiros socorros dentro das empresas e indústrias

Ainda que o ideal seja a vítima ser atendida o mais rápido possível por um médico, é claro que nem sempre isso é possível, principalmente no Brasil. 

Para as empresas e, principalmente, indústrias, locais em que acidentes podem acontecer a qualquer momento, é fundamental ter meios de impedir que um quadro possa se agravar. 

Alguém com conhecimentos em primeiros socorros pode ajudar a manter os sinais vitais de quem sofreu um acidente até a chegada dos profissionais de saúde. 

Muitas empresas passaram a investir na capacitação de seus funcionários por meio de cursos de primeiros socorros, por isso os profissionais que já chegam munidos de tais conhecimentos demonstram um grande diferencial. 

Além de os procedimentos ajudarem a salvar vidas, o processo de treinamento também envolve questões sociais e de segurança no trabalho.

Curso de primeiros socorros é indicado a todos os profissionais que desejam se destacar

O curso de primeiros socorros trata sobre diversas questões, como biossegurança em primeiros socorros, princípios gerais em urgências e emergências, abordagem comunitária e à saúde, programas de saúde e segurança ocupacional, fundamentos de segurança do trabalho, corpo, saúde e doença, entre outros. 

O curso é oferecido pelo Portal Estude Sem Fronteiras, pertencente à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo. Todos os cursos online contam com certificação do MEC, e, além dos cursos livres com certificado, o portal também oferece cursos de pós-graduação, aperfeiçoamento e extensão. 

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A importância de o professor transmitir o gosto pela escrita para seus alunos

A produção da escrita é um processo que necessita de um acompanhamento sistêmico e orientado. Por esse motivo, o professor tem um papel fundamental na condução desse processo de aprendizagem. 

A intervenção de forma sistêmica do professor durante e após as atividades de produção textual será o que vai favorecer a compreensão do aluno sobre a funcionalidade da língua escrita. Por isso, é muito importante que exista um estímulo da escrita na escola.

Leia também: Por que professores da rede pública precisam de certificação?

Métodos para estimular a escrita dos alunos em sala de aula 

O estímulo da escrita em sala de aula é um fator importante e que precisa partir dos professores. A prática da escrita vai ajudar os alunos a se aprofundarem nas palavras, criando uma relação com os processos literários, sendo também uma oportunidade para produzir e exercitar a reflexão e o pensamento crítico e fazendo com que o aluno descubra novas maneiras de se comunicar.

Mas, para estimular a escrita, é preciso explicar para os alunos o porquê da escrita e ensiná-los como escrever de forma clara e lógica. Isso tudo vai depender da faixa etária que o aluno está. Mas se usarmos como exemplo os primeiros anos escolares, em que o aluno inicia a escrita e o processo de alfabetização, será necessário ensinar por onde se deve começar a escrever, o espaçamento entre as palavras, a pontuação e uso de letras maiúsculas. Durante esse processo, o aluno sempre vai observar como o professor realiza sua escrita, usando como exemplo para o seu aprendizado.

Após ensinar, será necessário acompanhar de forma sistemática a escrita dos alunos por meio de atividades específicas, com a finalidade de estimular a escrita. O professor também precisa destacar a diferença entre a fala e a escrita, mostrando isso na prática. Fazendo uso da escrita no quadro e lendo para os alunos com a entonação correta.

Por esse motivo, é necessário que o professor chame a atenção dos alunos para os aspectos que são característicos da língua escrita, problematizando as situações. Quando o professor faz essa mediação, os alunos conseguem entender a formação de um texto, o qual é constituído por palavras, que posteriormente são transformadas em sons da fala.

A motivação também precisa ser trabalhada e exercitada pelo professor em sala de aula. Esse processo de interação com a realidade, por meio do relacionamento, humano precisa existir, desenvolvendo no aluno uma motivação que estimule nele o gosto pela escrita.

Saiba mais: 5 dicas para o professor influenciar e ensinar a leitura na educação infantil.

A importância do professor no processo de escrita 

O professor deve estar aberto a novos meios e buscá-los utilizando técnicas diferenciadas, a fim de ensinar seus alunos em sala de aula, sempre buscando colocar de forma prática o que já foi estudando nos anos anteriores. Isso não é algo fácil, mas é extremamente necessário.

A importância do professor durante o processo de aprendizagem da escrita e leitura é imensa. A referência que um professor é para os alunos os estimula a escrever e a gostar de praticar isso. Além de estimular, esses profissionais são os responsáveis por ensinar a forma correta da escrita e, posteriormente, da leitura, sendo os dois pilares para a formação de adultos com independência intelectual.

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Para um professor, estar atualizado e entender qual é a melhor forma de educar vai além de um bom currículo. Isso é algo benéfico aos alunos, os quais contarão com um professor especializado e que saiba transmitir o conhecimento de maneira compreensível.

O portal Estude Sem Fronteiras pertence à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, e oferece mais de 750 cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação que são vendidos para todo o Brasil.

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5 dicas para o professor influenciar e ensinar a leitura na educação infantil

É na infância que muitos hábitos são formados, e os professores e pais precisam estar atentos a eles, e quais estão sendo criados pelas crianças, pois durante os seus primeiros anos de educação, é fundamental que a formação dos bons hábitos aconteça. Um hábito muito importante, e que precisa ser nutrido e incentivado, é o da leitura.  

É essencial ter plena noção da importância dos livros e da leitura durante a educação infantil, sendo uma atitude necessária não apenas para as instituições de ensino e os professores, mas também para os pais e responsáveis. Eles precisam ter ciência do quão benéfico será para a criança a prática da leitura. 

Para os pequenos, o momento de aprender a ler será um marco de um novo início, com novas possibilidades e descobertas. Por isso, é de extrema importância que a família trabalhe juntamente com a escola no incentivo ao hábito da leitura desde os primeiros anos. 

São muitos os benefícios proporcionados pela leitura para as crianças. O ato de ler estimula a criatividade e a imaginação, favorecendo o aprendizado e a ampliação do vocabulário, ajudando no desenvolvimento psicomotor, intelectual e cognitivo, além de aumentar a aquisição de cultura, melhorando a escrita e o desenvolvimento do senso crítico já na infância. 

Leia também: Dicas para professores com alunos autistas

5 dicas para incentivar a leitura na educação infantil 

Quando a criança aprende a ler, para ela é um momento muito especial de sua vida, pois nesse momento ela passa a ter acesso ao que está escrito em diversos lugares, e começa a ler tudo que consegue. Mas o desenvolvimento do hábito de leitura não é algo tão simples, e demanda esforço. 

Por isso, separamos 5 dicas que vão ajudar os professores a incentivar os pequenos na educação infantil. 

 

  • Mostre que se interessa pela leitura 

 

O exemplo dos professores e dos pais é algo muito importante na criação dos hábitos de uma criança, e desperta o seu interesse. Quando as pessoas, as quais ela tem contato, possuem o hábito de ler, é bem provável que a criança passe a gostar de leitura. Ler histórias e inserir a criança no universo da leitura, vai encantá-la. É importante também sempre conversar sobre a história, fazer perguntas e saber o que ela conseguiu entender. Isso vai incentivar a leitura e a imaginação dos pequeninos. 

 

  • Estimule o contato com os livros 

 

Incentivar o contato com os livros deve ser algo presente desde sempre na escola. É por meio desse contato que a criança se familiariza e passa a gostar de pegar os livros e de, posteriormente, lê-los. Livros coloridos e com materiais de fácil manuseio são os mais recomendados para esta faixa etária, de zero a cinco anos. É importante ficar atento ao lugar onde os livros estarão. Recomenda-se colocá-los em um local de fácil acesso para que as crianças consigam pegá-los quando quiserem.

 

  • Leitura conjunta 

 

Outros meios de leituras podem ser utilizados, além dos livros, como placas, cartas, jornais, panfletos, propagandas, outdoors e outros materiais que possam fazer com que eles compreendam melhor o mundo. Outra opção muito vantajosa é a leitura em conjunto. Isso vai ajudar no desenvolvimento da criança, até que ela consiga ler um livro todo sozinha. Isso também vai estimular o desenvolvimento do foco e atenção dela.

 

  • Priorize os interesses da criança 

 

Sempre procure saber quais são os interesses da criança, dessa maneira será mais fácil fazer sugestões de livros e de outros materiais em atividades especificas. Isso proporciona um estreitamento afetivo entre professor e aluno, pois o educador passa a ser visto pela criança como um confidente, ficando aberta a compartilhar seus momentos bons e ruins. Opções como livros ou revistas em quadrinho é uma boa forma de inserir os pequenos na leitura na educação infantil. É importante que a escola tenha muitas opções adequadas para a idade. 

 

  • Faça uma parceria com os pais ou responsáveis 

 

É normal que a criança seja influenciada pelo comportamento dos pais. Mesmo tendo estímulo na escola, é essencial que os pais mostrem para os filhos que a leitura faz parte do dia a dia. Uma dica é ler histórias antes da criança dormir, e que tanto os pais quanto os filhos leiam o mesmo livro, para possam conversar sobre a história depois. Isso vai estimular o aprendizado e aumentar a interação da criança com os pais. 

As melhores opções de cursos para você, educador, se encontram no Estude Sem Fronteiras 

Os educadores precisam estar muito bem preparados para atuar em algumas áreas específicas, como a da educação infantil. Tendo a responsabilidade de estimular a criança em seus primeiros anos escolares e de incentivar sua leitura e vontade de aprender.

Pensando nisso, a Estude Sem Fronteiras elaborou um curso todo especial para que você se torne um profissional ainda melhor, o curso de leitura

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O ensino de Libras no período escolar

Ensinar a língua brasileira de sinais (Libras) na escola é muito importante. Além de ser uma educação inclusiva, ela é responsável pela formação dos alunos surdos do país, criando, dessa maneira, novas possibilidades e abrindo portas para essas crianças.

A importância de ensinar Libras no contexto escolar

Qualquer pessoa possui a necessidade de se comunicar, pois é por meio da comunicação que a convivência em sociedade ocorre. Essa comunicação pode ser verbal, por escrita ou pela língua de sinais. 

A língua de sinais é usada na comunicação com pessoas surdas e mudas, efetivando-se por meio de gestos. A Libras garante a preservação da identidade do indivíduo, o reconhecimento de sua cultura e sua valorização. Lembrando que o uso dos sinais varia de acordo com cada região do Brasil.

A inclusão ainda enfrenta muitos desafios nas escolas, e há uma busca extenuante para que esse espaço seja um lugar aberto e com um ensino que inclua todos. De acordo com a lei brasileira, é previsto que haja intérpretes de Libras em diferentes tipos de instituições sociais e educacionais, como escolas, universidades, palestras, programas de televisão, dentre outros. Isso facilita a compreensão e possibilita a comunicação entre pessoas surdas e pessoas ouvintes.

As escolas precisam contar com profissionais que saibam fazer uso da língua brasileira de sinais. Algumas comunicações alternativas podem ser utilizadas pelo professor que não possui o domínio das técnicas de Libras, como desenhos, expressão corporal ou mímicas. Referente ao método de avaliação, ele deve acontecer de acordo com a necessidade do aluno.

A Libras é um elemento muito importante e fundamental para a comunicação de pessoas surdas, e o ambiente escolar não pode deixar de incluir esse processo de aprendizagem, possibilitando que todos os alunos compreendam o conhecimento que está sendo transmitido pelo professor.

Pensando nisso, é muito importante que haja a utilização da Libras em todas as instituições escolares, e não apenas em algumas. A língua de sinais precisa ser cada vez mais incentivada e incluída na sociedade, pois é por meio dela que o surdo consegue interagir com a sociedade, construir sua identidade e possuir mais qualidade de vida.

Leia também: Por que escolher cursos de extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação com certificação?

Como realizar a prática da Libras no ambiente escolar

É comum as escolas procurarem um profissional intérprete de Libras apenas quando há um aluno surdo. Mas o ideal seria ensinar a língua de sinais nas escolas, mesmo não havendo nenhum aluno surdo. Dessa forma, a inclusão não aconteceria apenas no ambiente escolar, mas, sim, no cotidiano, na interação com outras pessoas. 

As pessoas surdas precisam se comunicar, normalmente, com pessoas ouvintes numa ida ao supermercado, à farmácia, à padaria ou a outros lugares. Mas, infelizmente, são poucas as pessoas que conseguem se comunicar fazendo uso da língua brasileira de sinais com elas. Por isso, é muito importante que essa língua, que é a segunda língua oficial do Brasil, seja ensinada desde a infância, formando adultos que saibam se comunicar em Libras.

A criança, em seus primeiros anos de vida, tem muita facilidade para aprender pequenas expressões de saudações, cores e números em inglês. Isso também poderia funcionar muito bem com a Libras. Se, nas escolas, houvesse um profissional que pudesse ensinar para as crianças e adolescentes alguns sinais básicos da Libras, isso já faria muita diferença.

Invista em cursos livres e de extensão com a Estude Sem Fronteiras 

A inclusão é um assunto muito sério e que muitas vezes não recebe a devida importância que deveria ter. Contar com profissionais especializados em língua brasileira de sinais está se tornando uma preocupação para muitas instituições que prezam pela inclusão de pessoas surdas. 

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Contando com a certificação do MEC (Ministério da Educação), os cursos possuem qualidade, além de poderem ser feitos de forma online, o que facilita a vida de muitas pessoas que desejam aprimorar seus conhecimentos.

Para saber mais sobre os cursos, como o curso de Libras, basta acessar o site e ficar por dentro das novidades!

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Aprendendo brincando: a importância dos jogos na educação infantil

A educação infantil compreende crianças de zero a cinco anos de idade, sendo a faixa etária em que acontece a primeira etapa da educação básica. Quando a criança entra em uma instituição de educação infantil, ela tem a oportunidade de expandir seus conhecimentos nessa nova fase. 

Ela vivenciará novos aprendizados, os quais vão compor o seu universo. Assim como uma variedade de relações e atitudes, formas diferentes de comunicação com as pessoas, valores culturais e morais, e o estabelecimento de limites e regras, as quais ela vai precisar aprender a cumprir e a respeitar.  

Como são muitas coisas novas logo nesses primeiros anos, passou a se analisar formas mais lúdicas e aceitáveis pelas crianças para se educar. Foi então que houve a aceitação da utilização de jogos e brincadeiras como algo estratégico, usado no processo de ensino-aprendizagem das crianças. 

Esse método vem ganhando força entre professores e pesquisadores nos últimos anos. Isso se deu devido ao método ser considerado uma forma de trabalho pedagógico importante no desenvolvimento do raciocínio infantil, e pela sua contribuição na vivência de conteúdos e de sua relação com situações vividas no cotidiano. 

Leia também: Como incluir e estimular alunos com deficiência intelectual.

A importância dos jogos durante a educação infantil

Quando os jogos são usados como estratégia de ensino-aprendizagem nas salas de aula, eles precisam favorecer a criança na formação do seu conhecimento científico, possibilitando que haja uma vivência das situações reais e imaginárias. 

Além de estimular a criança a realizar os desafios, assim como estimular a busca de soluções para as situações difíceis que aparecem no jogo, isso vai fazer com que a criança raciocine, troque ideias e depois tome decisões. Tudo isso sendo exercitado em um único jogo.

O ato de brincar é uma atividade natural e espontânea, e a criança precisa viver esse momento. É algo importante para a formação dela, uma peça-chave para o seu crescimento mental e controle de suas habilidades. É bastante evidente a sua necessidade e importância, pois é por meio das brincadeiras que a criança cria o seu mundo. 

As brincadeiras estão diretamente ligadas ao sentimento de prazer para uma criança. E quando ela acontece na educação infantil, além do prazer, proporciona também o desenvolvimento intelectual, ensinando de forma agradável e divertida os hábitos necessários para o seu crescimento, como o raciocínio, a persistência, o companheirismo, a perseverança e outros. 

Portanto, os jogos e as brincadeiras proporcionadas na sala de aula pelos educadores devem privilegiar o ensino de conteúdos da realidade, além de ser uma estratégia de ensino, sendo vista como algo de destaque durante o planejamento pedagógico. 

É importante destacar que as brincadeiras e jogos escolhidos pelos educadores precisam, além de proporcionar diversão, ter fins pedagógicos e de aprendizado, sempre visando ao desenvolvimento das crianças envolvidas. O conhecimento será abordado e entendido mais facilmente se for apresentado de diferentes maneiras metodológicas.

As atividades lúdicas, brincadeiras e jogos, se forem feitos de forma correta, contribuirão imensamente para a construção da compreensão do conhecimento, sendo atividades essenciais no desenvolvimento infantil, principalmente quando os professores têm conhecimento sobre a atividade proposta e seu objetivo, juntamente com um trabalho de qualidade. 

Contudo, os jogos só serão úteis para o aprendizado se realizados no momento certo, delimitado pelo professor, assim como a explicação do jogo, seu objetivo e regras.

Saiba mais: 8 formas de estimular o aprendizado do aluno na sala de aula

Realize cursos de extensão no Estude Sem Fronteiras, e aperfeiçoe a sua carreira 

Educadores que buscam se destacar no mercado precisam estar atualizados e ter muito conhecimento sobre sua área de atuação. Os cursos de extensão são ótimas opções para quem deseja ser um profissional diferenciado. 

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8 formas de estimular o aprendizado do aluno na sala de aula

Atualmente, é um grande desafio para os professores manter a atenção dos alunos durante o momento de aula. Estimular a motivação deles nesse período é fundamental para garantir um bom desempenho nos estudos.

Por esse motivo, o profissional que busca manter seus alunos atentos às aulas necessita de encontrar outras metodologias para aflorar essa motivação e vontade de se desenvolver em sala de aula. Novas metodologias não anulam a importância dos métodos já aplicados.

Pensando nisso, separamos 8 formas para estimular o aprendizado do aluno com criatividade, criando assim novas maneiras para o profissional atingir seu objetivo, que é a troca de conhecimento entre aluno e professor.

 

Acesse aqui: Dicas para melhorar o aprendizado dos alunos

 

8 formas de estimular o aprendizado em sala de aula

Com todas as mudanças relacionadas ao desenvolvimento do ser humano, quando se fala sobre fatores como motivação, é impossível não levar em consideração como esse desenvolvimento afeta o interesse dos alunos em sala de aula. Tudo precisa ser o mais atrativo possível para justamente despertar o interesse e estimular o aprendizado.

 

 

  • Expor os conteúdos de forma visual

 

Quando os conteúdos são listados de forma organizada, os estudantes tendem a aprender de uma forma mais produtiva. Quando o professor faz uma lista do que será apresentado durante a aula, o cérebro do aluno já faz todo um mapeamento na sua mente, favorecendo o aprendizado. Após essa lista, é importante fazer uma breve explicação sobre cada tópico exposto, depois disso deixe os alunos refletindo sobre o que eles puderam entender com a pequena explicação. A próxima etapa é iniciar a aula em si.

 

 

  • Mesclar atividades online e offline

 

Devido ao avanço da tecnologia, ela se faz cada vez mais presente na vida dos estudantes. Na sala de aula, os novos elementos não podem ser deixados totalmente de lado, é preciso usar as ferramentas que a tecnologia oferece a favor do processo de aprendizagem. É essencial realizar atividades online e offline. Busque realizar atividades que possam ser desenvolvidas nos laboratórios de informática, resultando assim em uma aula dinâmica e produtiva.

Usar a internet na rotina estudantil vai gerar uma maior proximidade do aluno com o ambiente escolar, pois será feita a união da realidade vivida na escola com o que já faz parte do dia a dia de cada aluno.

 

 

  • Valorize o processo, não só o resultado

 

Resultados são sim importantes, mas é preciso estar atento ao processo que leva aos resultados. Quando o foco é totalmente nos resultados, os esforços nunca serão valorizados. Se o professor não fizer uma boa abordagem sobre o processo que o aluno desenvolveu, caso ele não atinja o resultado, poderá sentir-se totalmente desmotivado, pois não foi “recompensado” da maneira que esperava.

Por esse motivo, nunca deixe de enfatizar a importância do processo, em conjunto, claro, com o resultado. Com essa ação, o professor vai mostrar aos seus alunos que, ainda que os resultados não sejam os esperados, os esforços deles jamais poderão perder-se. Esses esforços permanecem para os fortalecer para futuros desafios.

 

 

  • Desafios em grupo

 

Os questionamentos dos alunos são de extrema importância para o aprendizado. Quando o professor propõe atividades em grupo, ele dá abertura para que os alunos tirem suas dúvidas entre si e também exponham suas opiniões sem o medo do julgamento e sem se sentir retraídos ou envergonhados. É importante estar atento, pois cada aluno tem uma forma diferente de assimilar e aprender.

É fundamental não ter simplesmente respostas prontas, e sim respostas que estimulem os alunos a pensarem sobre o assunto abordado, incentivando assim a desenvolver críticas e novas ideias. Além disso, quando eles são estimulados a debater, a contribuição para criar opiniões é otimizada, pois diferentes áreas no cérebro são ativadas no processo, fortalecendo as conexões relacionadas ao conhecimento.

 

 

  • Gerar momentos únicos

 

Para se destacar e ser ouvido pelos alunos, o professor precisa criar aulas diferenciadas que chamem a atenção. Portanto, para que isso aconteça, seja original, procure diversificar as aulas utilizando-se de vídeos, dinâmicas produtivas que possam ser inseridas durante a aula e que estimulem o aluno a fazer sua contribuição. Desenvolva atividades que fiquem na memória do estudante e que ele se lembre quando pensar em determinada matéria. Isso também vai criar uma relação mais próxima entre o docente e os alunos.

 

 

  • Interatividade durante aulas expositivas

 

As aulas expositivas tendem a ser bem cansativas e exaustivas, pois exigem que os alunos permaneçam sentados e atenciosos durante todo o período da aula. Exigir que o estudante permaneça sentado é bem difícil, porque isso acaba gerando sono, além de qualquer coisa tornar-se motivo para distrações pelo fato de estarem parados e sentados.

Para mudar esse quadro, uma opção favorável é apostar na interatividade durante esse tipo de aula. A interatividade pede a participação dos alunos e, com isso, a atenção deles ao que está sendo abordado. Faça perguntas individualmente ou para o grupo, procure utilizar-se do bom-humor e usar exemplos do dia a dia para deixar o assunto mais interessante.

 

 

  • Dinâmicas de autoconhecimento

 

Os professores podem desenvolver atividades e situações que ampliem o autoconhecimento dos alunos. Um bom exemplo disso são as dinâmicas em grupo. Esse modelo de atividade precisa ter o objetivo de incentivar o relacionamento entre os discentes, já que fazer algo em grupo auxilia a percepção e expressão de sentimentos, dentre outras vantagens que tornam possíveis o acolhimento das dificuldades de cada estudante. Ao desenvolver esse tipo de dinâmica, será estimulado nos alunos o autoconhecimento e a consciência de suas próprias dificuldades. O resultado dessa estratégia é que os alunos tornam-se mais aptos a desenvolver estratégias que se adaptem melhor a cada contexto.

 

 

  • Oferecer um feedback

 

Entenda, o feedback não é uma crítica com o objetivo de expor alguém. Ao contrário disso, trata-se de uma análise precisa e particular das atitudes de uma pessoa que podem estar afetando seu desempenho de maneira positiva ou negativa. Ele é muito importante no processo de aprendizagem. Com a devida análise, o professor consegue identificar as dificuldades enfrentadas pelo aluno e assim pode ajudá-lo a encontrar novas alternativas para driblar esses problemas.

Também é muito importante não se esquecer do reforço positivo, pois ele contribui para o bom desenvolvimento do aluno. Dessa forma, o professor estará reconhecendo e parabenizando cada estudante por todos os seus esforços até o presente momento.

 

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A busca por aperfeiçoamento acadêmico é muito importante para os professores que objetivam investir em sua carreira. Devido a nova era tecnológica que se vivencia, é preciso estar atento às tendências do momento para que os estudantes sejam envolvidos e estimulados a aprender.

Esse aperfeiçoamento pode ser adquirido através de cursos de extensão e aprimoramento. Os cursos vão contribuir positivamente para o desenvolvimento de novas ideias, as quais serão desenvolvidas em sala de aula, conquistando a atenção dos alunos.

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A psicomotricidade para a aprendizagem na educação infantil

Entenda o que é o termo psicomotricidade e como ela pode contribuir na aprendizagem das crianças que frequentam a educação infantil.

A psicomotricidade é a ciência que estuda uma pessoa por meio do seu corpo em movimento, levando em consideração seu mundo interior e exterior. Assim, pode ser definida como a capacidade de determinar e coordenar mentalmente os movimentos exercidos pelo corpo.

Ela tem como base uma criação unificada da pessoa, isso engloba as interações cognitivas, sensório-motoras e psíquicas na percepção das capacidades de ser e de se expressar em um contexto social.

A psicomotricidade é um conjunto de conhecimentos que permitem o desenvolvimento do ato motor humano, ou seja, fazendo uso do corpo. A movimentação do corpo proporciona, dentre os imensuráveis benefícios, a integração da pessoa consigo e com o mundo exterior. Os três conhecimentos básicos da psicomotricidade são: movimento, intelecto e afeto.

 

Psicomotricidade na educação infantil

 

A psicomotricidade pode ser percebida em pequenas ações e em atividades que proporcionam o desenvolvimento da motricidade da criança, objetivando o crescimento e o domínio do seu próprio corpo. Dessa maneira, trata-se de um cuidado vital para o desenvolvimento de todas as áreas importantes do crescimento da criança.

A organização da educação psicomotora é a base para o sistema intelectivo e de aprendizagem. Normalmente, o desenvolvimento avança do geral para o específico, por isso é necessário estar atento quando a criança aponta complicações no momento de aprender algo novo, pois grande parte dessas complicações estão ligadas ao desenvolvimento psicomotor.

No tempo em que estiver acontecendo o procedimento de aprendizagem, todos os movimentos e intelectos básicos serão usados com frequência pela criança. O progresso do esquema corporal, orientação temporal, estrutura espacial, lateralidade e pré-escrita são essenciais na aprendizagem. Se, eventualmente, houver algum problema em um destes elementos, a aprendizagem será prejudicada.

É de extrema importância que a escola e a família trabalhem o desenvolvimento psicomotor com as crianças. Somente a partir desse desenvolvimento torna-se possível que elas elaborem melhor seus movimentos e sua relação com tudo aquilo que as circunda.

Existe a necessidade de dar a devida atenção a fatores como a lateralidade, organização e noção espacial. Se trabalhados da forma correta, resultarão em vantagens no desenvolvimento da criança.   

 

Materiais que contribuem para experiências motoras na educação infantil

 

Existem alguns materiais que podem colaborar para que as experiências motoras das crianças evoluam e, assim, elas se desenvolvam sem muitas dificuldades. Esses materiais podem ser utilizados facilmente no ambiente escolar.

  • Túneis para as crianças percorrerem;
  • Materiais que rolem, nos quais as crianças possam entrar;
  • Caixas de madeira;
  • Espelhos, bastões e varinhas;
  • Papéis de todos os formatos e cores;
  • Instrumentos musicais ou que proporcionem algum tipo de som;
  • Giz, lápis e canetas hidrográficas;
  • Elásticos;
  • Móbiles;
  • Bancos, sacos de diversos tamanhos, pneus, tijolos.

Quando a psicomotricidade não é desenvolvida da maneira correta e eficaz, pode resultar em consequências danosas ao desenvolvimento da criança. É importante deixar claro que ela não está apenas relacionada ao movimento, trata-se de um processo complexo que engloba a educação de movimentos e, em decorrência, é observada a melhora na utilização das capacidades psíquicas.  É por esse motivo que o movimento está diretamente ligado ao aspecto mental.

No momento em que o professor compreender que a educação através do movimento é uma peça fundamental do edifício pedagógico (o qual auxilia a criança a resolver com maior facilidade os problemas atuais de sua escolaridade e prepara para sua futura vida adulta), essa atividade não ficará mais em segundo plano. Com esse método de aprendizado, o professor pode conhecer com exatidão detalhes como algumas percepções e aspectos de inteligência diferenciados de cada aluno. Assim, torna-se possível elaborar formas para despertar a atenção dos discentes com suas especificidades.

 

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Saiba como Identificar e Ajudar Crianças Tímidas

Da mesma forma que crianças nascem com predisposição para se tornarem hiperativas ou tranquilas, também há aquelas que veem ao mundo com tendência à timidez. 

 

Portanto, tal aspecto comportamental deve ser visto como um traço do temperamento infantil, que aparece cedo na vida dos pequenos seres e, a partir daí, pode ou não determinar o posterior desenvolvimento da personalidade, da emotividade e da conduta social deles.

 

Porém, no que se refere à escola, depois de detectar um aluno tímido, ainda cabe ao professor propiciar um melhor desenvolvimento a ele.

 

Mas como sabemos que a tarefa é um pouco difícil, entrevistamos a psicóloga Daniele Vanzan, que deu dicas preciosas para o docente enfrentar, de modo adequado, esse problema bastante comum e que se manifesta de maneira visível em sala de aula.

 

O que é Timidez? E como identificar Crianças Tímidas?

 

timidez pode ser descrita como o desconforto e a inibição que se faz presente em situações de interação social. Conforme sua intensidade, ela interfere na socialização do sujeito e na realização de tarefas, o que pode trazer prejuízos ao dia a dia dele.

 

Como detectar uma criança tímida em sala de aula?

 

O professor pode detectá-la ao notar um aluno que tende a olhar para baixo, que não consegue encarar nem a ele nem aos demais colegas de classe, ou quando uma criança se isola e se retrai, tanto para se manter despercebida pelos demais quanto evitar situações de exposição.

 

No entanto, também há alunos que aparentam certa antipatia ou soberba, mas que podem, no fundo, serem altamente tímidos, devido às dificuldades de socialização que costumam apresentar.

 

Além do rubor na face, quais outros sinais físicos da timidez?

 

Gagueira ou constrangimento ao falar, tremedeira, sudorese excessiva, dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, além de postura física de encolhimento ou introversão, com cabeça baixa, ombros curvados para frente, cabelo no rosto etc.

 

Se a timidez tende a minimizar a participação da criança em atividades escolares, ela também atrapalha o processo ensino-aprendizagem? Há como contornar essa situação?

 

Certamente, já que a criança tímida tende a não tirar suas dúvidas com os professores.

 

Para contornar esta situação, o docente deve manter sua atenção redobrada em relação a ela, no sentido de acompanhar seu aprendizado mais de perto, checar constantemente se tem dúvidas e se está seguindo a matéria dada até aquele momento.

 

O que o professor pode fazer para levar o aluno tímido à interação espontânea com os demais coleguinhas?

 

Entre outras opções, é possível estimular a formação de duplas de estudos ou propor a elaboração de trabalhos em grupos.

 

Mas, nesse caso, ainda é importante evitar agrupamentos grandes, na tentativa de ajudar as crianças tímidas a criar intimidade e bem-estar com pelo menos um colega e, a partir dele, começar a ampliar seu círculo social.

 

Outra situação que pode ajudar o aluno tímido é o professor incumbir um discente sociável e prestativo a acompanhá-lo mais de perto, auxiliando-o, por exemplo, na elaboração de exercícios ou no horário do intervalo.

 

Além disso, jogos de cooperação, ou gincanas também podem ajudar crianças tímidas a se enturmar com os demais amigos de classe.

 

A timidez pode se manifestar somente em momentos específicos? Quais?

 

Sim. Ela pode se manifestar, por exemplo, no início das aulas, ou seja, até o aluno tímido se adaptar aos colegas, aos professores e à rotina escolar; ou diante de figuras que representam a autoridade escolar, como o diretor, o professor etc.

 

Há também casos em que a timidez se dá frente a alunos que detenham a liderança ou exerçam influência sobre os demais colegas.

 

Porém, entre essas e outras situações, comumente ela é disparada durante a exposição exigida em apresentações de trabalhos, peças de teatro, exame oral etc.

 

Caso o professor perceba que a timidez causa sofrimento no aluno, a quem ele deve recorrer para ajudá-lo?

 

Ele pode procurar o orientador educacional, o psicólogo ou o pedagogo escolar para que possam convocar a criança para uma conversa e, quando necessário, seus responsáveis.

 

Tais profissionais também devem orientar o professor no sentido de ajudar o aluno tímido a superar seu sofrimento e acompanhar junto a ele todo o processo que envolve a criança.

 

A timidez infantil pode ser herdada da própria família? Nesse caso, como fazer o aluno superar essa situação se os pais são seu primeiro modelo de comunicação e sociabilidade?

 

Pode sim. Mas são poucos os casos nos quais a timidez é realmente herdada.

 

Além disso, pesquisas já apontaram que aproximadamente 15% das crianças que herdam a timidez, apresentando-a nos seus primeiros anos de vida, posteriormente, modificam seu comportamento.

 

Logo, a base genética pode favorecer uma predisposição, mas o que determinará a manutenção e o desenvolvimento da timidez são experiências de aprendizagem.

 

Assim sendo, no caso de pais tímidos, é importante que eles se esforcem no sentido de estimular a socialização de seus filhos para que possam aprender e desenvolver suas próprias habilidades.

 

Fonte: Ensino Fundamental

 

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A importância da lição de casa para criança

Criança que faz lição de Casa!



A maioria dos educadores defende que aluno deve ter espaço adequado, horário estabelecido para fazer as tarefas e ser incentivado pelos responsáveis para adquirir disciplina e autonomia no momento de realizar seu dever.

 

Por isso, no Colégio Santa Maria, enquanto crianças da Educação Infantil estão aprendendo a lidar com a lição de casa, as do 2º ano do Ensino Fundamental se sentem mais habituadas, embora também necessitem de apoio na hora de fazer suas tarefas.

 

No 6º ano, esse cenário muda completamente, pois o desafio do aluno é justamente o de conquistar sua total independência em relação aos estudos.

 

Logo, como a relação escola-aluno-família se transforma ao longo da vida acadêmica e o preparo de cada etapa resulta de um esforço conjunto, educadoras do colégio comentam sobre esse processo comum a todas as crianças.

 

Mas, ao mesmo tempo em que explicam como os pais devem lidar com a lição de casa dos filhos – para que a produtividade seja eficiente –, elas também lançam as bases para que as demais escolas possam alicerçar seu próprio trabalho.

 

Lição de casa: aquisição da autonomia

 

Edith Sonagere, orientadora da Educação Infantil, conta que as crianças de 3, 4 e 5 anos levam para casa atividades motoras, registros por meio de desenhos, exercícios matemáticos, coleta de dados, entre outras.

 

A orientação de como os pais devem se comportar é feita nas reuniões pedagógicas e por meio de entrevistas quando necessário.

 

“Como na Educação Infantil as tarefas são simples e se reportam a conteúdos já trabalhados em sala de aula, solicitamos às famílias que apenas releiam as instruções e deixem os alunos fazerem a lição sozinhos. Caso a criança solicite ajuda, apenas deverão estimular o seu raciocínio”, diz Edith.

 

Esse panorama muda no 2º ano do Ensino Fundamental. Os pais são orientados a organizar a rotina dos filhos.

 

Portanto, eles devem estipular horário, desligar a TV e o rádio e indicar um lugar adequado, onde a criança faça o dever sentada, com claridade e sem muitas interferências do meio.

 

De acordo com a professora Rosilene Moutinho Arriola, nessa fase, a função do adulto é verificar se o estudante precisa de algum material específico – como revistas para recortar, por exemplo.

 

“No fim, os pais podem rever a tarefa junto ao filho.Porém, também é importante valorizar o que está bem feito e chamar a atenção para o que poderia ser melhorado, pois é possível cobrar maior empenho com autoridade e carinho”, explica a professora.

 

O tempo dedicado ao dever de casa

 

Entre 6 e 7 anos, a criança não deve ficar mais do que uma hora realizando a lição diária. Passado esse tempo, ela se cansará e passará a fazer a tarefa com pouca qualidade.

 

“Como nessa etapa escolar, ela também não consegue realizar pesquisas sozinhas, os pais podem ajudar selecionando o material, lendo alguns trechos juntos, pesquisando na internet, pois o aluno ainda está em fase de consolidação da alfabetização”, orienta Rosilene.

 

Aos poucos, entre 8 e 9 anos, esse tempo pode ser aumentado gradativamente. Assim, ao alcançar a faixa etária dos 10 e 11 anos, o estudante deverá ter em torno de duas horas para realizar suas tarefas.

 

O professor deve orientar

 

Os pais devem saber que o ideal para a criança que estuda de manhã é chegar em casa, almoçar, fazer um pequeno descanso para, depois, iniciar seus deveres.

 

À tarde, sem um horário estipulado, ela se envolve em outras atividades, acaba se cansando e, à noite, não terá a mesma disposição para executar a lição.

 

O mesmo procedimento é válido para crianças que estudam à tarde.

 

Embora algumas realizem a lição à noite, o melhor é reservar esse período para a interação familiar.

 

Por isso, seria mais interessante fazer a criança acordar, levantar, realizar sua higiene pessoal, tomar o café, descansar um pouco e, então, iniciar suas tarefas.

 

Assim, ainda sobra tempo para ela realizar outras atividades.

 

De certa forma, com toda essa preparação, a disciplina se estabelece e a rotina de realização do dever de casa cria por si só um processo de estudo, que faz o aluno se sentir mais seguro e pronto para as próximas aulas.

 

Consequentemente, quando ocorrer a passagem para o Ensino Fundamental 2, o estudante também estará apto a se organizar de acordo com os componentes curriculares, para obter o sucesso imprescindível aos seus estudos sem muitos sacrifícios.

 

O professor também deve determinar a quantidade e a diversidade de deveres que a criança terá que fazer em casa.

 

Logo, é preciso relembrar sempre que, ao sobrecarregar o aluno, em vez de dinamizar o aprendizado, o máximo que se consegue é provocar o cansaço e o desinteresse pelos estudos.

 

Explique aos pais

 

Lição de casa não é punição e nem é dada para preencher apenas o tempo do aluno.

 

Ela visa agilizar o processo de ensino-aprendizagem e para ser proveitosa deve ser feita em um clima prazeroso.

 

Por isso, os responsáveis não podem demonstrar irritação quando a criança pede ajuda. Da mesma forma, também não é aconselhável ficar corrigindo tudo que os filhos fazem.

 

Em vez disso, o certo é conversar com criança para descobrir quais são suas dificuldades e, então, apresentá-las na próxima reunião com os professores, para obter a orientação necessária para auxiliá-la em situações semelhantes.

 

Fonte: Revista Guia Prático do Professor – Ensino Fundamental Ed. 98

 

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Cozinha para crianças estimula memória e concentração

Uma das maneiras mais efetivas de diversificar e estimular o desenvolvimento de crianças no processo pedagógico é por meio de atividades que fogem do padrão tradicional de ensino, como a prática musical, artes e aulas de culinária.

 

Afinal, quando saímos da sala de aula e levamos os alunos para ambientes diferentes, como a cozinha, é possível aprender novos conteúdos e desenvolver habilidades.

 

Mas qual seria a importância da culinária nas escolas? Por que estimular seu aprendizado? Saiba mais informações:

 

Descobrir a origem dos alimentos como forma de aprendizado

 

Um dos maiores aprendizados decorrentes de uma aula de culinária para crianças é descobrir a origem dos alimentos.

 

Saber que o leite não vem da caixinha e que legumes e verduras crescem na terra, sob sol e chuva, pode despertar a consciência ambiental das crianças, bem como valorizar mais a preferência por alimentos naturais.

 

Voltar a ter contato com o ciclo de produção alimentícia é cada vez mais importante, já que a urbanização e os processos de industrialização desvincularam o homem da terra.

 

Deixamos de ter contato com os ciclos biológicos, quimos e animais mais básicos, o que também nos distancia de uma alimentação mais saudável.

 

Estimular hábitos saudáveis também em casa

 

Por falar em alimentação saudável, aulas de culinária para crianças podem funcionar como multiplicadoras de bons costumes alimentares em casa.

 

Muitos alunos saem dessas aulas e vão conversar com os pais e irmãos sobre a importância de uma dieta balanceada.

 

Além disso, o contato em sala de aula, com o engajamento de professores e colegas, estimula crianças a aceitarem melhor alimentos naturais em casa, sem hábitos impeditivos de uma alimentação saudável.

 

Essa estratégia de coordenação entre pais e escola é imprescindível para a saúde das crianças, que começam então a comer mais frutas, legumes e verduras.

 

Instigar o interesse das crianças pelo ato de cozinhar

 

Outra consequência da urbanização e industrialização crescentes foi o desinteresse de crianças e adultos pela cozinha.

 

Essa atividade acaba sendo delegada a outras pessoas no ambiente familiar, ou até mesmo transferida para outros contextos, como restaurantes e delivery.

 

No entanto, em longo prazo esse tipo de atitude tem consequências negativas para os hábitos alimentares da família, que passa a consumir mais alimentos processados e negligenciar a importância do ato de cozinhar.

 

Aulas de culinária para crianças podem despertar o interesse delas por essa prática, seja como forma de hobby individual, seja como necessidade pessoal no futuro.

 

Os estudantes se preparam melhor para os desafios da vida contemporânea, aumentam seu conhecimento prático e ganham maior autonomia enquanto crescem.

 

É uma maneira de trabalhar diversas disciplinas ao mesmo tempo

 

Assim como as aulas práticas servem para estimular o conhecimento de alguma disciplina, a culinária tem a vantagem de iniciar discussões sobre os mais variados temas.

 

Professores a utilizam como estratégia para trabalhar conteúdos multidisciplinares envolvidos na grade curricular de alunos.

 

Por exemplo, por meio de uma aula prática com receitas e identificação de alimentos, é possível estimular a leitura de instruções e rótulos, o crescimento do vocabulário etc.

 

Da mesma forma, a aula de culinária também pode ajudar com o raciocínio matemático, por meio da soma de ingredientes, conhecimento sobre medidas, contagem de tempo e temperatura, entre outros aspectos.

 

Além disso, professores estimulam, a partir de aulas de culinária, o aprendizado científico (origem e propriedade de ingredientes), geográfico (regiões e climas de produção de cada alimento), histórico (hábitos alimentares e sua relação com a cultura) e até mesmo artístico (criatividade, inovação e apresentação de alimentos).

 

Ou seja, é um ótimo ponto de partida para diversos temas tradicionais.

 

Desenvolvimento da coordenação motora de alunos

 

Como os alunos estão colocando a mão na massa, muitas vezes literalmente, essa é uma forma de desenvolver sua coordenação motora.

 

Por medo dos riscos relacionados à cozinha, ou até mesmo à falta de tempo em casa, muitos pais deixam de envolver seus filhos nessas atividades.

 

No entanto, desde que em um ambiente controlado, é possível ensinar crianças a cortar, lavar, misturar, aquecer, refrigerar e até mesmo moldar massas, frutas, legumes e verduras.

 

Essas habilidades básicas fazem parte do conjunto de práticas cotidianas de qualquer cozinha, até mesmo nos preparos mais simples.

 

Posteriormente, também podem ser aplicadas a outras áreas do conhecimento.

 

Consciência acerca de riscos no preparo de alimentos

 

Outra percepção importante a se desenvolver por meio de aulas de culinária é o conhecimento acerca dos riscos envolvidos no preparo de cada alimento.

 

Para além dos cuidados tradicionais com o fogo, altas temperaturas e instrumentos afiados, também é preciso ensinar crianças acerca da importância da higiene das mãos, da limpeza de alimentos orgânicos, de datas de validade e da forma de conservação de cada um deles.

 

Conhecimento sobre as propriedades nutritivas de cada alimento

 

Aulas de culinária também contribuem para que alunos se familiarizem com as propriedades nutritivas de cada alimento e, consequentemente, para que adquiram hábitos nutricionais mais saudáveis.

 

Por exemplo, aprendem que tanto carboidratos e proteínas, quanto fibras e lipídios são essenciais para uma dieta balanceada.

 

Mas quais alimentos contém esses nutrientes? Suas vitaminas e propriedades naturais se mantêm em qualquer tipo de preparo?

 

É importante que as crianças também adquiram esse tipo de conhecimento prático.

 

Exercício de memória, paciência e concentração

 

Finalmente, também existe a vantagem de crianças trabalharem habilidades acessórias às aulas de culinária, mas essenciais para o dia a dia de um estudante.

 

Por exemplo, a memória na execução de receitas é essencial, já que ela envolve uma sequência de ingredientes e de ações que devem ser coordenadas em busca de um resultado comum.

 

O mesmo ocorre em relação à paciência no preparo de alimentos.

 

Em geral, os resultados não são imediatos e exigem tempo de cozimento ou refrigeração.

 

Além disso, há também o desenvolvimento da concentração nas atividades culinárias, que demandam atenção e foco para acertar medidas, formas de preparo e execução de instruções.

 

Fonte: Novos alunos