Faculdade Metropolitana
Mulher madura em casa, de fone de ouvido, estudando online. Ilustra as mudanças no EAD e o aprendizado remoto.

Mudanças no EaD: Novas Regras para os Polos

O cenário da Educação a Distância (EAD) está passando por uma revolução: as mudanças no EaD são grandiosas.

Com a chegada do novo marco regulatório, os polos de apoio presencial saem da sombra e assumem um papel de verdadeiro destaque. 

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Essa mudança vai muito além da infraestrutura física, colocando os polos no centro do desenho pedagógico dos cursos. 

Neste blogpost, vamos entender melhor o novo papel dos Polos das Faculdades de Ensino a Distância com todas essas mudanças no EaD:

O Fim da “Caixa Postal”: A Crise dos Polos

Nos últimos anos, especialmente no período pós-pandemia, o que se viu foi a desvalorização desses espaços. 

Muitos polos foram reduzidos a meros endereços para captar alunos. 

Em vários casos, o estudante sequer precisava conhecer o local físico, enfraquecendo a qualidade do ensino e diluindo a vivência acadêmica.

Para reverter esse quadro, o Decreto 12.456/2025 estabelece padrões mínimos e inegociáveis para o funcionamento dos polos, sinalizando grandes mudanças no EAD.

>> Entenda mais sobre o Novo Marco Regulatório do EAD: O Que Muda e Quais os Impactos na EaD?

Novo Padrão de Qualidade e Infraestrutura com As Mudanças no EaD

O Artigo 29 do Decreto define, de forma clara, o que um polo deve passar a oferecer com as mudanças no EaD:

  • Espaço de recepção adequado;
  • Sala de coordenação para gestão do polo;
  • Ambientes específicos para estudos individuais e coletivos;
  • Laboratórios e espaços formativos essenciais (quando a natureza do curso exigir);
  • Equipamentos e conexão de internet estável e de qualidade.

Além disso, a legislação exige que os polos sejam totalmente acessíveis e que contem com um profissional capacitado responsável pelo atendimento e funcionamento local.

O Protagonismo Pedagógico e a Fiscalização Mais Rígida

Dentro das propostas de mudanças no EaD, a Portaria 506/2025 complementa o cenário ao detalhar as diretrizes de credenciamento, gestão de vagas e, o mais importante, os mecanismos de avaliação.

Um ponto que merece atenção é que os polos passarão a ser avaliados por amostragem nas visitas in loco do INEP. Isso estabelece um novo e rigoroso padrão de fiscalização, garantindo a qualidade mínima em toda a rede.

Na prática, o polo torna-se um espaço obrigatório para:

  1. Avaliações Presenciais: Exigência de, pelo menos, uma avaliação presencial por disciplina.
  2. Atividades Curriculares: Realização de aulas e práticas laboratoriais presenciais previstas nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs).
  3. Suporte Local: Oferecer apoio administrativo e orientação geral aos estudantes.

É importante notar que as instituições poderão fechar parcerias com ambientes profissionais para a execução de atividades práticas, buscando maior aderência ao mercado de trabalho.

>> Leia também: Nova Dimensão 4 do INEP: O Impacto na Avaliação de Cursos do Ensino Superior

Avanços e o Dilema do Compartilhamento

As mudanças no EAD trazidas pelo novo marco regulatório representam um avanço significativo:

  • Valorização da infraestrutura, tirando os polos da invisibilidade;
  • Garantia de padrões mínimos de qualidade via avaliações por amostragem;
  • Fortalecimento do vínculo e do senso de pertencimento dos estudantes com a instituição de ensino.

No entanto, um ponto crucial gera preocupação: o veto ao compartilhamento de polos entre diferentes Instituições de Ensino Superior (IES).

Essa exigência de infraestrutura mais robusta, somada à impossibilidade de dividir os altos custos de manutenção, pode gerar uma exclusão paradoxal. 

Regiões mais carentes ou de baixa densidade demográfica — justamente aquelas que mais dependem do EAD para a democratização do acesso — podem ser as mais afetadas. 

Em uma sociedade que valoriza o coworking, a economia compartilhada e as soluções sustentáveis, algumas mudanças no EaD, como a vedação aos polos compartilhados, parecem ir na contramão das tendências globais.

💼 Confira a matéria da Revista Ensino Superior com a participação de Antonio Esteca para se aprofundar no futuro dos Polos EaD

Mudanças no EAD e polos: Infográfico detalha exigências, infraestrutura e o veto ao compartilhamento no novo marco regulatório.

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Antonio Marcos Neves Esteca

Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com especialização em Gestão de Negócios pelo IBMEC. Atua como CEO e diretor geral da Faculdade Metropolitana, onde lidera iniciativas voltadas à inovação, regulação e acessibilidade no ensino superior, impactando mais de 500 mil estudantes em todo o Brasil. Também é avaliador institucional do BASis (INEP/MEC), com ampla experiência em gestão universitária, regulação educacional e tecnologias aplicadas à educação.

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