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Livro

Os Melhores Livros Infantis Destaques de 2017

Texto Original do Blog Leiturinha

 

Livro, livros e mais livros! Que a Família Leiturinha é completamente apaixonada por tudo que envolve o universo dos livros infantis, não há dúvidas!

 

Livro

 

Gostaríamos de poder relembrar cada um dos títulos que integraram os Kits Leiturinha durante 2017, mas são taaaaaantos livros…

 

Para homenagear aqueles que mais marcaram a hora da leitura de quase 100 mil famílias por todo Brasil neste ano, a nossa Equipe de Curadoria entrou no clima de retrospectiva e preparou uma lista com os 30 melhores livros infantis de 2017! 

 

Confira:

 

 

Rosa

 

Editora: Edições Olho de Vidro
Texto e Ilustrações: Odilon Moraes
Indicação: Pequenos a partir de 8 anos.

 

Guimarães Rosa criou um dos contos mais profundos sobre a relação de pai e filho.

 

“A terceira margem do rio”.

 

Odilon Moraes uniu sua vivência da paternidade com o texto de Guimarães Rosa e criou uma história que serve não só para crianças, mas também para os mais velhos.

 

Conversando com o  conto de Guimarães, nesta história, um pai em um “endoidamento” nomeia o filho recém-nascido de Rosa, depois, ele se isola em uma canoa sobre o rio sem nunca mais retornar à margem e nem para sua família.

 

(Já comentamos deste livro em Odilon Moraes e a incrível capacidade do livro ilustrado na literatura infantil).

 

 

O Sítio do Seu Lobato

 

Editora: Ciranda Cultural
Indicação: Pequenos a partir de 0 anos

 

O Sítio do Seu Lobato atravessou gerações e marcou a infância de diferentes pessoas, de lugares distintos.

 

Mas este não é um conto musical convencional! Neste livro, o Sítio do Seu Lobato é reinventado através da imaginação, dando estímulo à fantasia infantil.

 

Divirta-se com seu bebê cantarolando esta divertida história.

 

 

Bebê Banho – Frutas

 

Editora: Bom Bom Books
Indicação: Pequenos a partir de 1 ano

 

O banho agora será ainda mais divertido! Neste momento, a água faz parte da mágica da leitura! Afinal, ela é quem dá cor para a história da vez!

 

O seu bebê poderá levar este livrinho para o mar, para a piscina e para o chuveiro!

 

Além disso, o tema reforça a importância de uma alimentação saudável e muito, mas muito gostosa!

 

 

E Agora, Papagaio?

 

Editora: Jujuba
Texto e Ilustrações: Gilles Eduar
Indicação: Pequenos a partir de 3 anos

 

E agora, papagaio? é uma verdadeira obra de arte! Esteticamente maravilhoso, o livro apresenta os números de forma lúdica e divertida para seu pequeno…  

Um papagaio voando lá do alto é capaz de ver números em diferentes cenários. O que será que ele está vendo?

 


Os Caras Malvados

 

Editora: Saber e Ler
Texto e Ilustrações: Aaron Blabey
Indicação: Pequenos a partir de 8 anos

 

Ser malvado não é uma tarefa fácil. Na companhia de ilustrações irreverentes e de um formato divertido, o seu pequeno irá entrar no mundo desses personagens engraçados e muito autênticos.

 

Olhe, é um Coelho!

 

Editora: Girassol
Indicação: Pequenos a partir de 1 ano

 

Figuras que se completam tornam este livro extremamente divertido. Qual bichinho será este?

 

Nesta etapa, é importante que os pequenos comecem a associar imagens e nomes. E a melhor forma de estimular o seu bebê, é através da brincadeira.

 

 

Nhac!

 

Editora: Brinque-Book
Texto e Ilustrações: Carolina Rabei
Indicação: Pequenos a partir de 3 anos

 

Esta é uma história sobre afeto e amizade. Nhac, o porquinho-da-índia, tem tudo o que precisa. Mas, mesmo imerso no seu mundo completo, há algo que lhe falta.

 

Algo intangível, ou seja, que não pode ser tocado. Ou, se pensarmos bem, até pode. Falta para Nhac uma companhia –  uma amizade verdadeira!

 

A Menina da Cabeça Quadrada

 

Editora: Tibi
Texto: Emília Nuñez
Ilustrações: Bruna Assis Brasil
Indicação: Pequenos a partir de 4 anos

 

Como convencer a geração conectada a resgatar o encanto e a magia das brincadeiras de fundo de quintal?

 

Tais brincadeiras, ensinadas pelos avós e transmitidas por gerações, possuem uma carga histórica e afetiva, permitindo que os pequenos descubram o ambiente por meio da ludicidade.

 

Esta é uma história que nos ensina que também pode ser muito divertido interagir com o mundo fora da tela! (Saiba mais sobre esta história em Uma geração conectada: como lidar com o uso da tecnologia na infância).

 


Rita tem Medo!  

 

Editora: Abacatte
Texto: Christian David
Ilustrações: Rogério Coelho
Indicação: Pequenos a partir de 8 anos

 

Esta é a história de Rita, uma menina muito medrosa. Dentro dela existem muitas inseguranças – algumas sobre coisas reais, outras imaginárias.

 

Cansados de ver Rita tão cheia de medos, seus pais tomaram uma decisão: levá-la para passar uma temporada na casa de sua avó, no interior.

 

Seu pequeno nem imagina a aventura que o espera na casa de Dona Lina!

 

 

Sou eu!

 

Editora: V&R
Texto e Ilustrações: Raquel Cané
Indicação: pequenos a partir de 3 anos

 

O seu pequeno é único no mundo! Apesar da semelhança com alguns familiares, e até mesmo com alguns amigos, ele carrega consigo características únicas, que não existem em mais ninguém.

 

Nesta leitura, você poderá falar sobre essas características com ele.

 

Isso irá ajudá-lo a entender um pouco mais sobre sua individualidade e a reconhecer a importância que ela tem!

 

Alice e o Dino

 

Editora: Saber e Ler
Indicação: pequenos a partir de 0 anos

 

Alice quer fazer um piquenique com seu amigo Dino…. Frutas e cores diferentes irão deixar este momento ainda mais divertido.

 

Além disso, podemos afirmar seguramente que os livros de banho são um sucesso na faixa-etária dos bebês.

 

No momento da contação de “Alice e o Dino”, vale lembrar – o segredo da leitura para bebês está na voz e na interação de quem conta.

 

A Princesinha Medrosa

 

Editora: Jujuba
Texto e Ilustrações: Odilon Moraes
Indicação: pequenos a partir de 6 anos

 

Era uma vez uma princesinha que tinha tudo o que queria em suas mãos. Ela era rica, rica mesmo! Muito poderosa!

 

Todos a sua volta faziam o que ela queria, seguindo fielmente suas ordens. Mas, como toda criança, a princesinha trazia consigo muitos medos, sem saber muito bem como resolvê-los.

 

Então, ela passou a dar ordens descabidas àqueles que a rodeavam. Ah, princesa, o que poderá remediar tanto assombro e malquerença?

 

 

Caixa de Brincar

 

Editora: Panda Books
Texto e Ilustrações: Leninha Lacerda
Indicação: pequenos a partir de 3 anos

 

Neste livro cheio de fantasia as caixas são o elemento central da brincadeira! A autora Leninha Lacerda explora esse objeto tão comum do nosso dia a dia para mostrar que a imaginação infantil tem o poder de transformar tudo!

 

 

Esconda e Aprenda! Palavras

 

Editora: Todo Livro
Indicação: pequenos a partir de 1 ano

 

No livro Esconda & Aprenda! Palavras, os pequenos descobrem novas palavras e onde elas estão presentes, brincando de abrir e fechar as abas!

 

O que tem no armário do quarto? E no armário da cozinha?

 

A brincadeira se estende utilizando os móveis e objetos que temos em casa e passa ainda pela sala de aula, pelo parquinho e até pela fazendinha!

 

Onde será que vamos encontrar essas palavras?

 

 

Pedro e Lua

 

Editora: Jujuba
Texto e Ilustrações: Odilon Moraes
Indicação: pequenos a partir de 4 anos

 

Pedro e Lua não é mais um livro… Esta é uma obra sensível que ensina não só os pequenos, mas também nós, adultos, a lançamos um olhar diferente para o mundo das coisas e dos sentimentos.

 

Lua mora longe, Pedro, a observa, fascinado pelo seu mistério. O menino fica ainda mais encantado quando descobre que ele e Lua têm algo em comum: ela – é feita de pedra, e o nome de Pedro – significa “feito de pedra”.

 

Na companhia da sua tartaruga – também chamada Lua, Pedro inventa um mundo cósmico só dele e, neste mundo, Pedro e o leitor aprenderão muito sobre os significados das coisas da vida.

 

 

Sapo Fred

 

Editora: Cedic
Indicação: pequenos a partir de 0 anos

 

O que pode ser melhor do que um livrinho de pano? Sapo Fred é um livro em formato de pelúcia, macio, fofinho e o seu pequeno pode apertar, abraçar e dormir juntinho com ele.

 

Este livro conta a história de Fred, um sapinho que mora na lagoa, lava seu pezinho e canta muito sob a luz do luar.

 

(Já indicamos este livrinho em O papel do objeto de transição na vida do bebê).

 

 

Coleção Empurre e puxe

 

Editora: Happy Books
Indicação: pequenos a partir de 1 ano

 

Abas irão movimentar a diversão deste mês. Um passeio poderá trazer conhecimento, entretenimento e um momento de compartilhar. Pegue os dedinhos do bebê e impulsione as abas – as figuras irão se completar e outras irão surgir. O aprendizado está garantido!

 

 

Olívio e Pingo

 

Editora: Duna Dueto
Texto e Ilustrações: Claire Freedman e Kate Hindley
Indicação: pequenos a partir de 4 anos

 

Quem já se mudou de cidade sabe como é difícil sentir-se sozinho, com saudade, e como é desafiador se enturmar e fazer novos amigos.

 

Com Olívio não foi diferente… Mas, em um passeio para explorar a nova cidade, ele conheceu Pingo, que trouxe muitas outras aventuras e surpresas boas!

 

 

A Casa dos Pequenos Cientistas

 

Editora: WMF
Texto e Ilustrações: Joachim Hecker
Indicação: pequenos a partir de 8 anos

 

Imagine uma casa diferente de todas as outras que existem: ela expande a capacidade de descobertas e invenções na infância e torna a criação rotina.

 

E tudo isso acontece da melhor forma possível: brincando. As experiências abrem caminho para os pequenos encontrarem respostas para suas grandes questões.

(Já falamos antes sobre este livro em Crianças curiosas: Como surgem pequenos cientistas?).

 

 

Eu posso… pular!

 

Editora: Girassol
Indicação: pequenos a partir de 0 anos

 

Este livro apresenta um texto simples e ritmado, acessível ao bebê. Sua principal característica são as imagens em contraste, que facilitam que o bebê as visualize.

 

Seu conteúdo fala sobre tudo que há de bom na infância, como brincadeiras e atividades ao ar livre.

 

Estes são estímulos importantes para desenvolver as habilidades cognitivas dos bebês!

 

 

Achei!

 

Editora: RHJ
Texto e Ilustrações: Ângela Lago e Zoé Rios
Indicação: pequenos a partir de 4 anos

 

Este é um livro conceitual. Um poema diferente, que conta com ilustrações bem humoradas e coloridas, fazendo da palavra – arte.

 

ACHEI! vai encantar seu(sua) pequeno(a) e incentivá-lo ainda mais em seu processo de alfabetização. Leia, pausadamente junto com a criança.

 

Angela Lago e Zoé Rios brincam com as imagens e com a estrutura das palavras, por isso, fique atento, vocês encontrarão muitas coisas dentro delas.

 

(Saiba mais sobre este título em Livro ilustrado: uma narrativa entre imagens e palavras)

 

 

O patinho (in)verso: aventuras com brinquedos

 

Texto e Ilustrações: Kate Manhães e Rhelga Westin
Indicação: pequenos a partir de 6 anos

 

Vocês sabem o que são ecobrinquedos? Este livro conduzirá seu pequeno a uma aventura fantástica e muito criativa.

 

Imagine só: criar brinquedos sem gastar nada, com coisas, muitas vezes descartáveis, que temos em nossa casa!

 

Esta obra tem a missão de levar conhecimento, diversão e arte para seu pequeno.

 

(Já contamos mais sobre esta história em Um livro infantil que ensina a fazer ecobrinquedos).

 

 

O Livro Gato

 

Editora: Carochinha
Texto e Ilustrações: Silvia Borando
Indicação: pequenos a partir de 3 anos

 

“Rom rom rom, quem está dormindo todo enrolado?” Este é um livro especial – seu pequeno poderá encontrar novos comportamentos na medida em que passar cada página e se divertirá brincando com seu novo amigo fofo – o gatinho.

 

 

A fuga da ervilha

 

Editora: Cortez
Texto: Pedro Seromenho
Ilustrações: Patrícia Figueiredo
Indicação: pequenos a partir de 6 anos

 

Esta é Pea e ela veio contar para seu pequeno como foi parar dentro do corpo de um menino. Ah… coitada de Pea.

 

No sistema digestivo foi uma aventura atrás da outra! Aposto que agora vocês estão curiosos para saber onde Pea foi parar.

 

Então, sente-se confortavelmente e parta rumo a uma grande aventura pelo corpo humano junto com essa ervilha aventureira!

 

(Já comentamos deste livro em Descubra a importância dos livros de não ficção para seu filho).

 

 

O Fabuloso Livro dos Dedinhos

 

Editora: Mil Caramiolas
Texto: Lulu Lima
Ilustrações: Tamilis Oliveira
Indicação: pequenos a partir de 0 anos

 

Quer coisa mais divertida que um livro interativo?

 

Torne seu momento de leitura ainda mais empolgante colocando os dedos nos espaços do livro, dando vida aos personagens junto com seu pequeno!

 

Com ilustrações chamativas e um material resistente, para que seu bebê possa aproveitar este livro, é muito importante que você esteja sempre junto.

 

 

Este é o lobo

 

Editora: DCL
Texto e Ilustrações: Alexandre Rampazo
Indicação: pequenos a partir de 6 anos

 

Este é um livro diferente.

 

Com uma linguagem visual e um texto acessível, “Este é o lobo” utiliza personagens clássicos para propor uma reflexão sobre valores e hábitos, ele conta a história de um lobo famoso, mas que tem uma fama não muito boa.

 

Afinal, ele comeu a vovozinha, assustou os três porquinhos e aprontou muito! Agora, ele é um lobo solitário e todo mundo tem medo dele…

 

Mas a pureza e a bondade de uma criança, pode interpretar esta história de forma diferente!

 

(Já falamos sobre este livro em O lobo não é mau! Livros que desconstroem estereótipos)

 

 

O Olho da Rua

 

Editora: Zit
Texto: Moisés Liporage
Ilustrações: Alexandre Rampazo
Indicação: pequenos a partir de 8 anos

 

Felipinho, ao notar que seu pai estava um pouco triste, sentiu que havia algo diferente acontecendo.

 

De repente, o garoto ouviu sua mãe dizendo que o pai estava no olho da rua.

 

Então Filipinho, como era muito preocupado com sua família, decide ir para as ruas resgatar o seu pai desse tal olho da rua.

 

Prepara sua melhor roupa de super-herói, todo seu maquinário e parte com muita coragem para sua aventura.

 

Esta é uma história delicada que convida o seu pequeno leitor a entender e aprender a lidar com conflitos familiares.

 

(Já contamos um pouco desta história em Livro conta a reação de um menino que descobre que seu pai perdeu o emprego).

 

 

Este Livro Comeu o Meu Cão!

 

Editora: Panda books
Texto e Ilustrações: Richard Byrne
Indicação: pequenos a partir de 4 anos

 

Quem é capaz de ajudar uma garotinha a salvar seu cão, que desapareceu durante um passeio pelas páginas deste livro?

 

Um misterioso envelope pode ajudar o pequeno leitor a resolver a questão.

 

Esta deliciosa brincadeira, de faz de conta e imaginação, arranca sorrisos das crianças que interagem com a obra de forma divertida.

 

 

Quando Eu Era Pequenino

 

Editora: Ciranda Cultural
Indicação: pequenos a partir de 1 ano

 

Ideal para a leitura compartilhada, com um formato diferenciado e ilustrações irreverentes, este título é um verdadeiro mimo!

 

As abas permitem que o desenho ganhe vida e a leitura seja uma experiência para além da contação da história!

 

 

O Menino que Tinha Medo de Errar

 

Editora: Zit
Texto: Andrea Viviana Taubman
Ilustrações: Camila Carrosine
Indicação: pequenos a partir de 6 anos

 

Esta é a história de Pedro – um menino que vive preocupado, com medo de errar.

 

Ele prefere ficar em casa, sozinho, sem brincar com os amigos na rua, pelo terrível medo que tem de errar nessas brincadeiras.

 

Mas durante uma noite, ele sonha com uma fada que irá mudar sua perspectiva diante do que assombra os seus dias.

 

Fonte: Leiturinha

 

Educacao-Infantil
Educação Infantil:  Fundamentos Teóricos e Metodológicos | Categoria: Educação 180 Horas

 

Perspectivas da Educação Integral 2017

No Blog Estude Sem Fronteiras o assunto é sobre As Perspectivas da Educação Integral 2017. Continue Lendo e fique informado sobre as principais opiniões sobre o assunto!

O cumprimento da política, considerada a espinha dorsal para o desenvolvimento da Educação no país, fica ainda mais incerto diante a escassez de recursos para estados e municípios, e a aprovação da PEC 55 que vai estabelecer um limite para os gastos primários do governo nos próximos 20 anos e deve retirar os investimentos.

 

A retirada não deve se fazer sentir imediatamente, já que a regra de limite de gastos passará a valer a partir de 2018, com base no orçamento de 2017.

 

O redesenho de algumas políticas como o Novo Mais Educação e o surgimento de outras como a reformulação do ensino médio via Medida Provisória e o Programa Criança Feliz também reacendem o debate acerca do direito e das garantias mínimas para que todas as crianças possam se desenvolver integralmente ao longo da vida.

 

Para refletir sobre as questões e projetar seus pontos de vista para o próximo ano, o Centro de Referências em Educação Integral conversou com seis especialistas no assunto.

 

Confira!

 

Pilar Lacerda, diretora da Fundação SM

 

“Sou otimista em relação aos avanços da elaboração e concepção da educação integral. Além de estarmos saindo de uma visão tradicional que a entende como modalidade educativa, temos escolas realizando projetos interessantes e redes olhando para o assunto.

 

O problema é que, para implementar uma educação integral de verdade o custo é alto e, além de estarmos vivendo um momento de crise, temos a aprovação da PEC 55, um momento delicado de concepção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da  (Fundeb) e um governo extremamente conservador.

 

Nenhum desses fatores são bons para sua implementação.


Então, vejo que em 2017 teremos o embate de implementar a educação com condições políticas e econômicas adversas.

 

No entanto, como continuo acreditando nos movimentos sociais e na sociedade organizada, acho que os debates podem ser interessantes no sentido de buscar caminhos junto aos grupos instituintes.”

 

Patricia Lacerda, gerente de educação do Instituto C&A

 

“Em relação ao financiamento da educação, seremos desafiados. Temos um PNE que determina a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), mas este vem diminuindo em um quadro de recessão aguda.

 

Ao mesmo tempo, há uma sinalização do Ministério da Educação (MEC) de que não vai dar cumprir o PNE inteiro, ou seja, vamos ter que fazer escolhas.

 

Com a PEC 55, aquele acordo constituinte que educação e saúde são prioridades inegociáveis voltam à pauta da negociação, vamos ter que disputar recursos.

 

Não se trata de pensar só em uma boa gestão porque eles não estão assegurados na agenda.

 

É preciso rediscutir prioridades.


No bojo da educação como direito, algumas concepções estão sendo questionadas.

 

Meu desejo é que enquanto sociedade consigamos reafirmá-la como pauta fundamental, e que em um momento de escassez de recursos, consigamos estabelecê-la em diálogo com a cultura, com redes e equipamentos já existentes, prevendo o desenvolvimento integral e a promoção das cidades educadoras.


É sensível também a pauta da reforma do ensino médio. Temos que prestar atenção quais são as redes e os sistemas que apontam soluções menos conflituosas no sentido de garantir o direito dos estudantes e o direito a educação no espaço educador.

 

Ainda tenho um temor em relação a educação infantil, dada a urgência do ensino médio, de que ela seja a ponta mais frágil dessa corda, que tenha menos investimentos ou cortes.

 

Temos a política federal Criança Feliz que traz essa agenda alocada no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

 

Já vivemos esse momento no Brasil em que a creche era uma atribuição da assistência social e tivemos uma luta histórica importante para garantir que o direito a educação seja garantido desde o início da vida.”

 

David Saad, diretor-presidente do Instituto Natura

 

“Acho que temos coisas importantes a acontecer em 2017. Uma delas é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) com alguns princípios e fundamentos da educação integral.

 

Uma outra coisa que vem acontecendo é a política indutora de escolas de tempo integral no ensino médio que também coloca uma proposta de educação integral, talvez não com todos os itens que gostaríamos, mas que vejo como um avanço em relação ao que temos hoje.

 

É um espaço de discussão importante nos estados.


Outro ponto importante e que estamos apoiando é a troca de prefeitos a partir do desenvolvimento do Educação Integral Na Prática, uma metodologia de apoio a implementação da política de educação integral nos municípios.

 

Esse movimento trará boas oportunidades de discussão para o ano que vem.”

 

Maria Alice Setubal, presidente do conselho do Centro de Estudos e Pesquisas de Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec)

 

“Destaco duas agendas importantes. Uma em relação a educação integral no ensino fundamental.

 

Acho que em seu conceito mais amplo – intelectual, cultural, social, emocional e física – vejo dificuldades por questões de recursos financeiros e falta de apoio.

 

Vejo que é preciso mais assistência às escolas que têm parceria com organizações da sociedade civil para que se faça uma busca por educação integral nos territórios.

 

Em relação à política, vejo dificuldades e retrocessos, infelizmente.

 

Nada indica que haverá apoio das políticas públicas nessa direção, a não ser das organizações e instituições da sociedade civil que já atuam nessa área.


Sobre a educação integral no ensino médio, temos um outro contexto. Embora eu a defenda, fizemos uma pesquisa com alguns estados – São Paulo, Goiás, Pernambuco e Ceará – e olhamos a relação entre as políticas de ensino médio e a diversificação da oferta de ensino.

 

Comprovamos que existe uma relação positiva entre as escolas de ensino integral em relação aos objetivos de aprendizagem, porém levantamos discussões sobre a forte correlação existente entre os alunos que frequentam o ensino integral serem de maior nível socioeconômico.

 

Se faz uma política de custo maior, com resultados, mas para poucos.


A única modalidade de ensino médio que receberá recursos em 2017 é a educação integral, atingindo mais 3% dos alunos, ou seja, é a minoria da minoria.

 

Não podemos privilegiar apenas o ensino integral e não dar soluções e condições efetivas para uma reforma que contemple a maioria dos jovens.”

 

Fábio Meirelles,  gestor do Programa Educação Pública Inovadora do Instituto Inspirare

 

“Acho que o principal desafio será o de conseguir incluir o que chamamos de capacidades essenciais para o desenvolvimento integral na BNCC.

 

Queremos inserir o multiletramento, o pensamento crítico, a sociabilidade, a participação, o autoconhecimento e os projetos de vida nos textos introdutórios das áreas de conhecimento.


Para além disso, temos a discussão da reforma do ensino médio. Precisaremos olhar para as propostas do MEC e entender como elas se organizarão em termos de tempo e financiamento, pois sabemos que será um ano difícil em termos orçamentário.


Avaliamos com risco a questão dos estados com relação aos recursos – alguns já decretaram estado de calamidade -, pois sabemos que não existe educação integral sem infraestrutura adequada, professores e equipamentos.

 

No entanto, cientes de que precisamos preservar alguns programas de educação integral, apostamos na revisão do Educação Integral Na Prática como forma de instrumentalizar as redes e apoiar as políticas institucionalmente com planos de implementação.”

 

Agda Sardenberg, coordenadora executiva de Programas da Associação Cidade Escola Aprendiz

 

“O cenário é desafiador devido à crise orçamentária que já vinha se desenhando e que agora se agrava com a PEC 55, uma medida que congela os gastos públicos e deve aprofundar as desigualdades sociais.

 

Já estávamos longe do patamar ideal de investimentos educacionais e colocar o direito à educação em risco é um retrocesso. Isso também pode impactar as novas gestões municipais que assumem em 2017.


Por outro lado, é preciso que haja um esforço de continuidade dos projetos de educação integral das redes que já vinham se apropriando desse debate e para o qual o Mais Educação contribuiu.

 

Precisamos garantir a continuidades dessas reflexões na ponta.


Claro que para a promoção da educação integral o financiamento é fundamental.

 

Mas a partir da concepção que parte também da lógica de usar os recursos que se tem precisamos garantir, à luz dos projetos políticos pedagógicos, articulações de outros tempos, agentes e espaços para que consigamos otimizar essa agenda.”

 

Fonte: Educação Integral

 

Gestao Escolar
Curso de Gestão Escolar | Categoria: Gestão | Carga Horária: 30 Horas

 

Tendência do Ambiente Pedagógico Favorável à Criatividade

Pesquisa realizada no Distrito Federal mostra o empenho dos professores de história em criar um ambiente pedagógico favorável à criatividade.

 

Os professores ouvidos reconhecem a necessidade de criar condições para o desenvolvimento do potencial criativo do aluno e buscam alternativas didáticas inovadoras que possam tornar o ambiente pedagógico mais atraente.

 

As conclusões são da própria autora da pesquisa, Maria de Fátima Magalhães Mariani, que entrevistou 16 professores de história de 5ª a 8ª série (6º a 9º ano) de cinco escolas públicas e cinco particulares de Brasília, com dois anos de experiência, pelo menos.

 

O trabalho fez parte de sua dissertação de mestrado em psicologia, intitulada Criatividade no trabalho docente segundo professores de história: limites e possibilidades, apresentada em 2001, na Universidade Católica de Brasília.

 

Professora de história, já aposentada, com atuação no ensino fundamental e médio da rede pública do Distrito Federal e nas áreas de alfabetização e educação de adultos, atualmente Fátima Mariani é aluna de graduação em psicologia.

 

Na época em que fez a pesquisa, ela trabalhava como coordenadora pedagógica em uma escola pública de Brasília e observou que suas limitações no trabalho docente eram semelhantes às dos colegas.

 

“O que mais me angustiava era não conseguir que todos os meus alunos se interessassem pelas aulas de história. Nem mesmo com os recursos audiovisuais conseguia a atenção de todos”, conta Fátima Mariani.

 

Segundo ela, as notas em média eram boas, mas tinha muita dificuldade em conseguir que os alunos fizessem silêncio a fim de explicar o conteúdo.

 

“No fim do turno estava rouca, estafada e desmotivada.”

 

Ao relacionar aspectos do trabalho pedagógico com criatividade surgiu a questão:

 

“como tornar as minhas aulas mais atrativas para mim e para meus alunos?”

 

Foi aí que pensou que seria interessante conhecer a percepção dos professores de história sobre criatividade, quais as barreiras e as possibilidades encontradas no trabalho docente.

 

Fátima Mariani diz que a pesquisa selecionou duas categorias de facilitadores e de limitações relacionadas com a organização do trabalho pedagógico e com aspectos pessoais de cada participante.

 

Com relação à organização do trabalho pedagógico, ela salienta que o aluno foi indicado como facilitador e limitador da expressão criativa do professor.

 

“Este dado é bastante relevante e deve ser pesquisado, trazendo de novo a questão do relacionamento professor-aluno”, destaca.

 

Os facilitadores mais enfatizados pelos professores foram liberdade e paixão pelo trabalho.

 

Entre os limitadores, os mais destacados foram a falta de habilidade na relação com o aluno, o medo de desafios, falta de tempo, sobrecarga de trabalho e exigências administrativas.

 

“Descobri que não há muita diferença entre os docentes dos dois tipos de escola quanto aos problemas pedagógicos”, diz Fátima Mariani.

 

De maneira geral acredita, as semelhanças são relativas a problemas na relação professor-aluno e queixas dos professores com relação às instituições, tais como rigidez, estruturas fechadas à inovação e pouca abertura à participação da comunidade escolar nas decisões da escola.

 

Fátima Schenini
Fonte: Portal do Professor

 

pedagogia
Curso de Didática e Organização do Trabalho Pedagógico | Categoria: Educação – 180 horas

 

Profissionais mais Escassos no Brasil

São Paulo — Um novo relatório do ManpowerGroup revela que 43% das empresas brasileiras têm dificuldades na hora de contratar. O quadro é global: segundo a consultoria, empregadores do mundo todo estão enfrentando a mais aguda escassez de talentos desde a crise de 2008.

 

A Crise de Profissionais Talentosos

 

O levantamento, que ouviu mais de 42 mil empresas em todos os continentes, aponta que globalmente 4 em cada 10 empregadores passam por problemas para preencher seus postos de trabalho. No Japão, o país com escassez mais aguda, 86% dos empregadores relataram o desafio.

 

Na média global, as vagas que dão mais dor de cabeça aos recrutadores são as dos trabalhadores de ofício — um resultado que se repete pelo 5º ano consecutivo na pesquisa do ManPower Group. Profissionais de TI e engenheiros também se destacam no topo do ranking, ocupando a 2ª e a 4ª posições respectivamente.

 

No Brasil, os profissionais mais escassos são os técnicos, seguidos por secretários, recepcionistas e assistentes administrativos.

 

As principais razões para a dificuldade de contratação, no caso brasileiro, são falta de habilidades técnicas (41%), falta de habilidades pessoais (17%), falta de experiência (14%) e expectativa de um salário maior que o oferecido (14%).

 

Para Nilson Pereira, CEO do ManpowerGroup no país, os resultados mostram que as empresas lutam para atrair pessoas qualificadas – um dado que merece a atenção do profissional brasileiro. “É um indicativo para ele intensificar o networking e se atualizar para conseguir o trabalho”, diz ele em nota.

 

Veja abaixo a comparação dos 10 profissionais mais escassos no Brasil e no mundo, segundo a pesquisa:

 

Ranking Profissões mais Procuradas no Brasil Profissões mais Procuradas no Mundo
1 Técnico Trabalhador de Ofício
2 Secretário, Recepcionista e Assistente Administrativo Profissional de Tecnologia da Informação
3 Operador de Máquinas e de Produção Representante de Vendas
4 Trabalhador de Ofício Engenheiro
5 Representante de Vendas Técnico
6 Executivo Motorista
7 Profissional de Finanças e Contabilidade Profissional de Finanças e Contabilidade
8 Motorista Executivo
9 Engenheiro Operador de Máquinas e de Produção
10 Profissional de Tecnologia de Informação Secretário, Recepcionista e Assistente Administrativo

 

Fonte: Guia do Estudante
Por Claudia Gasparini – 23/10/2016

 

Tecnologia Informacao
Cursos de Tecnologia de Informação | Categoria: Tecnologia de Informação de 30 a 340 Horas

 

Orientação Profissional na Escolha da Profissão

Você se sente perdido ao pensar qual curso deseja fazer? Qual profissão seria mais adequada para seu perfil? Sente uma pressão de seus pais para escolher o rumo de sua vida? De que tipo de profissional você será daqui a 5 anos ?! Isso tudo é normal.


Nós do Blog do Estude Sem Fronteiras iremos te ajudar !

 

O momento que marca o rito de passagem da adolescência à vida adulta, marcado pela escolha profissional que, atrelada à escolha do curso e da faculdade que deseja escolher, causa espanto, ansiedade medo e frustração.

 

Como encarar essa etapa da vida?


Da forma mais natural possível. O Prof. Dr. Marcio Girotti, Diretor da FATECE, explica como passar por esse momento e dá dicas para escolher o melhor caminho. 

 

Girotti: A melhor coisa a fazer para passar por esse momento é não pensar nele de forma direta, tente levar a vida como ela é, com sua rotina, objetivos e projetos. Com isso, a ideia da escolha passa despercebida, e você vai descobrir o caminho de forma natural.

 

Outra coisa interessante é pesquisar sobre a área que deseja atuar, a profissão que pensou em escolher, isso ajuda a entender um pouco sobre a profissão, mercado de trabalho, projeções e dificuldades; nesse ponto, já se elimina algumas possibilidades de escolha.

 

O ponto principal, quando se quer escolher, é partir daquilo que se tem afinidade, e isso acaba sendo concentrado na área que você mais gosta, entre elas: saúde, esporte, humanas, biológicas, exatas, tecnologia, entre outras.

 

Se eu gosto de funções ligadas a gestão, organização, finanças, estou próximo da área de humanas e exatas, posso escolher ser um contador ou um administrador, por exemplo.

 

Como se decidir: facilidade de organização ou facilidade com números? Já é uma dica: se você não tem facilidade com números, já pode excluir a área de exatas e, em alguns casos, a área de tecnologia.

 

Outra dica é partir da exclusão: se não gosta de ler, não faça nenhum curso ligado a humanas, a chance de você não se adaptar é grande.

 

Se não gosta de agulhas, seringas, cortes, ferimentos, você não se identifica com a área de saúde.

 

Então fica a dica!

 

Conheça melhor a área e a profissão que deseja seguir, comece por excluir o que não gosta e, aos poucos, você irá se identificar com aquilo que realmente quer seguir.

 

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Polêmica do Novo Ensino Médio

O Novo Ensino Médio, debatido desde 2013 pelo Congresso vem causando polêmica. O Congresso Nacional em formato de Medida (MP) está acelerando a reforma da etapa onde há altas taxas de abandono e baixo desempenho, o ensino básico.

 

A Agência Brasil conversou com professores e ouviu suas diferentes opiniões sobre o modelo proposto na MP. Confira abaixo:

 

A FAVOR

 

Cleverson Lino Batista, professor de filosofia, ética e sociologia do ensino médio no Colégio São Pedro do Vaticano e do ensino fundamental na Rede Coleguium,  em Belo Horizonte, diz que a MP é positiva ao trazer o ensino técnico ao ensino médio.

 

“É muito importante, principalmente para os mais pobres. É uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho”. Para ele, outro ponto positivo é a possibilidade do estudante escolher a trajetória de ensino.

 

“A MP é uma tentativa importante [de melhorar o ensino médio]. Atualmente, ela não dá perspectiva para muita gente que não vai fazer o vestibular. Não tem essa possibilidade de encarar, dentro do ensino médio, a especificidade de cada emprego, de cada mercado de trabalho e profissão. Com o ensino técnico, o estudante pode ter essa oportunidade de lidar com a profissão”, defende.

 

Sobre a possibilidade de sociologia, filosofia, artes e educação física deixarem o currículo obrigatório do ensino médio, o professor diz que não acredita que isso ocorra. 

 

CONTRA

 

Para a professora do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, Elisane Fank, a proposta poderá levar a uma precarização do ensino, com a ênfase maior em uma formação tecnicista em oposição a uma formação crítica dos estudantes.

 

“Recebemos a MP como uma forma bastante autoritária.”

 

Segundo ela, os professores propunham a reorganização da grade curricular, de forma que as disciplinas não fossem ensinadas em tempos específicos, mas que houvesse maior fluidez dos conteúdos.

 

A professora afirma que a educação integral, da forma como está proposta, compreende apenas a extensão do tempo e aumento da carga de português e matemática visando a melhoria nos índices educacionais.

 

“A formação humana tem que pautar o tempo do aluno e não o índice do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]”, defende.

 

A FAVOR

 

O professor de filosofia Djalma Silveira, da Escola Estadual José Barbosa Rodrigues, em Campo Grande, defende que o ensino médio necessita de reforma. “Precisa de reforma urgente. 

 

Segundo ele, modelos semelhantes existem em outros países. Ele diz que concorda com a proposta de reforma, mas que é necessário discutir mais.

 

“Sobre o ensino técnico, é preciso levantar o que o país quer. Temos um Estado que mais atrapalha do que ajuda quando se quer abrir uma empresa, investir, criar renda.

 

O estudante  sai do ensino médio com sonho de emprego e no final não tem. Sou a favor do ensino técnico, mas é preciso discutir que país se quer para que a escola acompanhe”, defende. 

 

CONTRA

 

O professor de filosofia e sociologia, Osmar Antônio Schroh, do Colégio Estadual José de Anchieta, em União da Vitória (PR), é contrário à proposta.

 

Segundo ele, falta estrutura às escolas para que o ensino ganhe mais qualidade. Ele diz que é a favor do ensino médio integral, mas que é preciso infraestrutura. 

 

Segundo ele, falta estrutura para estudantes e professores. É necessária formação para os profissionais, tecnologias que ajudem a trazer a prática para dentro da escola e o interesse nos estudos. 

 

“Não podemos pensar o ensino médio como profissionalização para mão de obra barata e nem como algo que prepara só para o vestibular. Tem que ter conotação de preparar o cidadão para que tenha autonomia e possa decidir o que quer”, diz.

 

Novo Ensino Médio

 

A MP do Ensino Médio (Apresentada pelo presidente Michel Temer no dia 22 de setembro) flexibiliza os currículos e amplia progressivamente a jornada escolar. 

 

A MP prevê a flexibilização do ensino médio. Português e matemática serão os dois únicos componentes curriculares obrigatórios nos três anos do ensino médio.

 

Os demais componentes curriculares que deverão ser ensinados no período obrigatoriamente serão definidos na Base Nacional Comum Curricular, que começou a ser discutida este mês e deverá ser definida até meados do ano que vem, segundo o Ministério da Educação.

 

De acordo com a MP, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base.

 

No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – e formação técnica e profissional.

 

A medida também amplia gradualmente a carga horária do ensino médio para 7h por dia ou 1,4 mil horas por ano.

 

Em consulta pública no site do Senado Federal, até sexta-feira (14), 3.183 haviam se manifestado a favor e 66.884 contra a MP.

 

Fonte: Exame

 

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Jogo do Alfabeto em Libras

É isso mesmo que você leu! Aprender Libras jogando é o tema de hoje.

 

Nós do Blog Estude Sem Fronteiras, trazemos um jogo que vai te ajudar muito em sua aprendizagem, então, continue lendo e acesse o game ao final de nosso post, e claro, DIVIRTA-SE!  😀

 

Estudar Libras é muito prazeroso!

Uma das formas mais divertidas para treinar o seu aprendizado é por meio de atividades e jogos interativos.

 

Que tal decorar o alfabeto em Libras com um jogo onde você adivinha as palavras? O jogo é muito simples e o aprendizado você leva para a vida toda. yes

 

Ao Acessar o link você poderá analisar o alfabeto e os sinais correspondentes a cada letra. Uma vez decoradas você começa a tentar adivinhar o que está escrito. 

 

Veja o exemplo abaixo:

 

 

Clique aqui e comece a jogar agora mesmo!

 

Fonte: Atividades Educativas

 

Formação Interprete Libras

 

Confira as 15 Dicas para Professores em Início de Carreira

Não importa quanto conhecimento teórico e preparação você receba ou tenha, apenas a experiência pode mostrar o que realmente significa estar em sala de aula como professor.

Veja a seguir 15 dicas para professores iniciantes!

 

Não seja o centro das atenções

 

Os melhores professores são aqueles que guiam, dividem o que sabem. Os estudantes é que são o objetivo final de tudo.

 

Estude os seus alunos

 

Você precisa conhecer o seu grupo, saber quem são as pessoas que você vai ensinar. Os talentos e os defeitos.

 

Alunos podem procurar desafios desde que você dê segurança a eles

 

Se você for capaz suficiente de dar segurança e confiança a seus alunos eles poderão seguir e correr estes riscos.

Os alunos precisam saber que você confia neles e que eles podem confiar em você.

 

Excelentes professores são aqueles que ensinam com paixão

 

A diferença entre um bom professor e um excelente professor está exatamente na paixão com que eles atuam e não no conhecimento ou experiência.

Paixão pelo material, pelo programa, pelo ensino.

O desejo é contagioso!

 

Estudantes aprendem quando os professores mostram o quanto eles precisam aprender

 

Os alunos não têm a ideia exata do que é realmente importante e o que poderão ter de benefício com a aprendizagem.

Será seu papel mostrar, dividir, ensinar e praticar com eles.

 

Mantenha o seu programa claro e simples

 

Uma das grandes funções de um mestre é fazer as coisas complicadas parecerem simples.

A grande ação de um grande líder é exatamente fazer com que seus seguidores lhe entendam.

 

Aprenda com os alunos

 

Algumas vezes, a melhor resposta que você pode dar a seus alunos é “não sei”.

Ao invés de perder credibilidade você mostrará humildade e reconhecimento.

Mas não se esqueça de pesquisar com eles e sanar a dúvida.

 

O ensinamento começa do coração

 

A melhor forma de ensinar não é uma fórmula, é algo pessoal.

Diferentes pessoas ensinam a mesma matéria de forma diferente porque são diferentes e vêem o mundo de forma diferente.

Nós ensinamos o que somos.

O ato de ensinar requer coragem para explorar o sentimento de identidade.

 

Pare de falar, comece a escutar

 

Dê espaço para seus alunos se manifestarem. Isso mostra o valor que você dá a eles. A linguagem do escutar é muito importante e dá a você um feedback do seu programa.

 

Deixe seus alunos ensinarem uns aos outros

 

Você não é a única pessoa com quem eles podem aprender. Eles também podem ajudar uns aos outros.

Mantenha um ambiente propício para a troca.

 

Ensine de maneiras diferentes

 

Dentro da sala de aula há espaço para diversas estratégias de ensino e dinâmica.

 

Descanse

 

Você sempre vai encontrar novas coisas para fazer, por isso aprenda a estabelecer limites para o tempo em que permanece na escola.

 

Planeje e respeite seu tempo

 

Há momentos para alunos, para reuniões e para os pais.

Mas também deve haver um período pessoal, onde você possa ver e responder seus e-mails, almoçar, etc.

 

Faça contatos e aprenda

 

Bons profissionais estão sempre em busca de novas informações e oportunidades. Faça isso com uma rede de contatos e leituras diárias, por exemplo.

Fique conectado com sites e outros recursos que ofereçam material relevante para seu desempenho.

 

Determine o que você avalia

 

É óbvio que os professores devem saber o que avaliam e quando avaliam, mas, algumas vezes, os educadores parecem esquecer ou perder o foco naquilo que devem realmente avaliar.

Saiba determinar qual é a avaliação que você deve fazer, para quem, com qual foco e em que hora.

 

Fonte: Superobinho

 

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Cursos para Professores | Categoria: Professores de 120 e 340 horas

 

Por que Estudar Libras?

O tema no Blog do Estude Sem Fronteiras hoje será, Libras!

Por que eu devo estudar Libras? Vamos lá! 

Muitas tentativas educacionais foram feitas com o objetivo de educar crianças surdas e, por muito tempo, a surdez foi apontada como a causa do fracasso escolar.

A surdez dificulta a comunicação colocando o surdo em desvantagem, pois vivemos num mundo dominado pela língua oral composta por vocábulos e gramática que são desconhecidos pelo surdo.

Portanto, os surdos são portadores de necessidades especiais.

Educadores e pesquisadores em todo o mundo têm um objetivo em comum, o de propor aos surdos uma melhor condição de vida social e, por isso, surgiram várias filosofias educacionais.

Todo indivíduo é capaz de desenvolver o aprendizado, então, quando é exposto a uma língua, começa o processo de aprendizado com uma cadeia de significados que é a base para o desenvolvimento da escrita.

O surdo é privado dessa exposição pela falta de audição e, por causa disso, o processo de desenvolvimento fica em desvantagem.

Sua capacidade de aprender é interrompida bem na linha de partida.

A língua de sinais facilita a comunicação e melhora a interação entre ouvinte e surdo. watches replica

Ao educador especial que tem um aluno surdo na sala de aula, a língua de sinais será de fundamental ajuda para a transmissão do conteúdo programático das matérias. rolex replica

Fonte: Brasil Escola

Autoria: Andresa Vaniele Barbosa Pereira – Graduada em Letras pela Faculdade de José Bonifácio e Especialista em Educação Inclusiva para pessoas com Deficiência Auditiva pela Faculdade São Luis.

 

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Crise

Dicas para Destaque em Meio a Crise

O que fazer para se destacar e ser escolhido para um cargo no meio de tantas pessoas qualificadas?

Realizar cursos é um importante diferencial para o profissional que está trabalhando ou quer encontrar uma oportunidade de trabalho.

A
tualmente está mais demorado achar uma vaga, não só por causa da crise, mas muitas vezes, porque falta candidato com a qualificação exigida.

Segundo Renata Motone, consultora de recursos humanos da Luandre, não adianta ter apenas a formação básica.

As empresas querem, mais do que nunca, um currículo recheado:

“As empresas aumentam a exigência para abrir uma vaga justamente porque ela não quer um alguém para ser desenvolvido, para ser treinado. Ela quer trazer alguém pronto de verdade. Desenvolver um profissional internamente significa um custo, um gasto para esta empresa, que ela neste momento não quer ter”.

Fonte: g1.globo.com

 

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